segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Chocolate quente com paçoca. Experimente a nossa versão da tradicional receita.

Foto: Divulgação

Prepare uma bebida que é tradição nas noites de inverno desde que o mundo é mundo, e incremente com o sabor de uma guloseima que faz o maior sucesso em qualquer arraiá. Pronto. Está garantido o sucesso da sua festa, principalmente entre as crianças, que podem saborear esse drink delicioso. Mas não pense que o chocolate quente com paçoca vai agradar só a meninada. A combinação de ingredientes especiais com o toque final desta receita, dão aquele cheirinho delicioso e um gostinho de quero mais.

Uma bebida fascinante e fácil de fazer, que serve tanto para animar uma festança quanto para ser saboreada no dia a dia. Aproveite.

Ingredientes:

. 1 litro de leite

. 395 gramas de leite condensado

. 3 colheres de sopa de açúcar

. 2 colheres de sopa de maisena

. ½ xícara de chá de cacau em pó

. 200ml de creme de leite fresco

. 150 gramas de chocolate meio amargo picado

. Paçoca esfarelada a gosto para servir

Preparo:

Em uma panela, coloque o leite, o leite condensado, o açúcar, o cacau em pó e a maisena. Em fogo baixo, misture até ficar homogêneo. Agora, adicione o creme de leite fresco e o chocolate picado e cozinhe até engrossar levemente. Transfira para canecas, salpique paçoca esfarelada e sirva em seguida.

Por Portal g1

Federação PSDB/MDB tem respaldo entre líderes dos partidos no RN.

Foto: Reprodução

No cenário nacional, PSDB e MDB caminham conversas no sentido de avaliar a possiblidade da adesão à federação PSDB-Cidadania de partidos como MDB e outros. Caso a negociação avance, a nova agremiação teria a maior bancada do Senado, com 21 senadores, e uma das maiores da Câmara, com 72 deputados. PSDB, Cidadania, MDB e Podemos pretendem manter protagonismo no cenário nacional e fortalecer suas candidaturas nas eleições de 2024 e 2026.

No Rio Grande do Norte, a notícia vem sendo bem recebida pelos principais líderes do PSDB e MDB. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) e o vice-governador eleito Walter Alves (MDB).

“Os dois partidos que mais fizeram prefeitos, vice-prefeitos e vereadores no Estado agora caminham para ficar mais fortes. Somos favoráveis a esta união, que caminha nacionalmente para as eleições 2024 e as futuras. Temos um bom diálogo com Walter Alves, nosso vice-governador e estamos na torcida”, frisa Ezequiel Ferreira, que teve 70.800 votos este ano para deputado estadual.

“Já disse ao presidente do MDB, Baleia Rossi que o Rio Grande do Norte é favorável a federação com o PSDB e outras siglas. Vamos fazer um grande trabalho de fortalecimento no Estado. O deputado Ezequiel já foi do MDB e tenho uma amizade e sintonia política”, lembrou Walter Alves, dirigente do MDB.

Juntos, os dois partidos elegeram prefeitos em 70 dos 167 municípios potiguares. MDB teve 39 vencedores e PSDB 31, contando com a capital do estado. Além de Natal, o PSDB também tem tucanos em cidades importantes, como Areia Branca, no Oeste; Caicó, no Seridó; Santa Cruz, no Trairi e Nísia Floresta e Bom Jesus, na região metropolitana. Já o MDB venceu em municípios com grande potencial eleitoral como Apodi, no Oeste, São José de Mipibu, na Grande Natal e Nova Cruz, no Agreste, entre outras.

Este ano, o PSDB conseguiu eleger 9 deputados estaduais mantendo a maior bancada na Assembleia Legislativa. Há ainda uma decisão judicial em curso que caminha para a diplomação do décimo parlamentar, Ubaldo Fernandes. O MDB também tem hoje o vice-governador eleito do Rio Grande do Norte. Além do ex-governador Garibaldi Filho, e outros quadros.

Por Bruno Barreto

sábado, 5 de novembro de 2022

Jaime Calado reassume Secretaria de Desenvolvimento Econômico do RN.

Foto: Reprodução

O Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (04) trouxe a nomeação de Dr. Jaime Calado para o cargo de Secretário de Desenvolvimento Econômico do RN.

Jaime tinha deixado o cargo em abril para disputar uma vaga de deputado federal.

Por Wllana Dantas

Lula, Simone e Marina vão a COP27 no Egito para debater mudanças climáticas.

Foto: Reprodução

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará das reuniões da COP27 realizadas ainda em novembro, no Egito. A ida de Lula foi confirmada nesta terça-feira (1) pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann. O petista foi convidado a participar do evento da Organização das Nações Unidas (ONU), que discute medidas de preservação ao meio ambiente e combate às mudanças climáticas, pelo presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sissi.

Ainda não há data para a viagem de Lula ao evento, que ocorre entre 6 e 18 de novembro na cidade de Sharm el-Sheikh. Mais de 90 chefes de Estado participarão, como o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente da França, Emmanuel Macron. A vitória de Lula sobre Jair Bolsonaro (PL) nas urnas foi rapidamente reconhecida por líderes mundiais.

Acompanharão o petista a senadora Simone Tebet (MDB-MS) e a ex-ministra do Meio Ambiente e deputada federal eleita Marina Silva (Rede-SP). Marina, antes da eleição, já havia dito que a campanha de Lula pretendia levar suas propostas e metas para o próximo governo à conferência do clima.

Desde sua eleição, Lula vem se valendo do respaldo internacional para diminuir as chances de contestação de Bolsonaro ao resultado das urnas. Após uma articulação intensa por parte de sua campanha e aliados, o presidente eleito já conversou por telefone com dezenas de chefes de Estado, como Biden e Macron, e reuniu-se pessoalmente ontem (31) com o presidente da Argentina, Alberto Fernández.

"Todos querem ampliar as parcerias e trabalho conjunto com o Brasil no comércio, na questão do clima e nos grandes temas globais", disse Lula no Twitter sobre as conversas.

Fonte Diário de Pernambuco

Projeto viabilizado com emenda de Zenaide forma 40 alunos.

Foto: Reprodução

A senadora Zenaide Maia participou, na noite de segunda-feira (31), da Formatura do Projeto “Juventude, Trabalho e Empreendedorismo em Natal”, no hotel Barreira Roxa, em Natal. O projeto foi idealizado pelo Serviço de Assistência Rural e Urbano, SAR, vinculado à Arquidiocese de Natal, em parceria com a Fecomércio e o Instituto Cooperforte.

O projeto foi contemplado com uma emenda da senadora Zenaide, no valor de R$ 100 mil reais, possibilitando a formação de mais de 40 alunos, moradores do bairro de Mãe Luiza, nas áreas educacionais da culinária, empoderamento digital, educação financeira e empreendedorismo.

“Hoje, estes jovens finalizam o ciclo rumo ao mercado de trabalho e eu tenho um enorme orgulho de ter contribuído para garantir mais oportunidade para nossa juventude com acesso à informação e conhecimento. Educação é poder e muda vidas!”, declarou Zenaide.

Por Bruno Barreto

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Hospital da Mulher está com mais de 90% das obras executadas.

Foto: Raiane Miranda

O Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró, está com mais de 90% das obras executadas pelo Governo Cidadão e Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), com gestão acadêmica da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN).

Será a maior unidade hospitalar do Estado e o maior investimento realizado via Banco Mundial, desde o início do projeto, com mais de R$ 134 milhões em obras e equipamentos.

O hospital contará com assistência ambulatorial, pronto-socorro, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), salas de parto humanizado, banco de leite humano e serviços de suporte às mulheres vítimas de violência. Ao todo, serão mais de 160 leitos focados na atenção materno-infantil, ginecológica e obstétrica de média e alta complexidade, com expectativa de atender pacientes de mais de 60 municípios.

Gestão

O planejamento entre Sesap e UERN prevê que a gestão acadêmica fique a cargo da instituição de ensino, que também deverá colaborar com a parte administrativa, tornando o hospital um grande campus, formando profissionais qualificados para atuar no próprio Hospital da Mulher e em outras unidades de saúde, superando um dos entraves da Saúde potiguar, que é a escassez de mão de obra qualificada.

A obra está sendo erguida em uma região em franca expansão em Mossoró, em um terreno cedido pela UERN. Serão 15 mil m² de área construída dividida em quatro andares com oito elevadores. O terreno, que soma 36 mil m², terá quase 200 vagas de estacionamento.

Por Saulo Vale

Mossoró: Obra de praça no Santa Delmira está abandonada há 4 meses.

Foto: Reprodução

A obra de construção da Praça Clistenis Juny, no bairro Santa Delmira, em Mossoró, está abandonada há 4 meses e não há previsão de quando será retomada.

A obra, no valor de R$ 1,3 milhão foi iniciada em fevereiro de 2021, início da gestão do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), com previsão de entrega para novembro do mesmo ano.

“As obras estão paradas há 4 meses, inclusive houve já furto em toda fiação elétrica da praça... e recentemente furtaram as duas caixas d’águas dos quiosques. Está um verdadeiro abandono a praça Clistenis Juny”, disse um morador.

Fonte Portal Mossoró Notícias

Próximo presidente terá de reunificar Brasil, diz Pacheco.

Foto: Marcelo Camargo

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá de trabalhar para reunificar o Brasil, disse na noite deste domingo (30) o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Em entrevista coletiva nesta noite, ele disse que a Casa está disposta a contribuir em apreciar os projetos do atual governo nos dois próximos meses e a ajudar na transição para o próximo governo.

“[Houve] uma clara divisão da sociedade brasileira, por votações quase simétricas, muito próximas umas das outras, para um candidato e para outro candidato. O papel dos novos mandatários é seguramente o de reunificarem o Brasil, buscarem encontrar, através da União, as soluções reclamadas pela sociedade brasileira”, disse o presidente do Senado.

Segundo Pacheco, as instituições devem procurar acalmar os ânimos e conter o ódio e o futuro presidente da República deve governar para toda a sociedade. “Dando um basta ao ódio, à intolerância, ao respeito às divergências, temos um país plural e diverso. O exemplo das instituições é fundamental que sejam dados para que a sociedade brasileira possa se reunir novamente e que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, possa governar para todos”, continuou.

Resultados inquestionáveis

Pacheco elogiou o processo de apuração e disse que as eleições mostraram a confiabilidade das urnas eletrônicas, cujo resultado será reconhecido “de forma plena, absoluta e insuscetível de questionamentos”.

“No final, o que identificamos foi a segurança, a lisura, a confiabilidade das urnas eletrônicas, que deram, como sempre dizíamos durante meses e anos, resultados fidedignos da vontade popular de cada voto depositado nelas. Isso acabou sendo uma questão superada, em função desse trabalho duradouro e constante das instituições na afirmação da confiabilidade da Justiça Eleitoral”, declarou Pacheco.

Reconhecimento

Sobre o reconhecimento da derrota pelo presidente Jair Bolsonaro, Pacheco disse que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, telefonou para os dois candidatos. Ele disse não duvidar de que o atual mandatário reconhecerá a vitória do oponente.

“O ministro Alexandre de Moraes telefonou para Bolsonaro e Lula. Essas são as informações que eu tenho. Naturalmente, as eleições são inquestionáveis e o presidente [Jair] Bolsonaro assim reconhecerá”, informou.

Transição

Em relação a transição, o presidente do Senado prometeu que os parlamentares trabalharão para discutir e votar as propostas que faltam nos dois meses finais de governo e prometeu que a Casa trabalhará para que a transferência de informações para o próximo governo seja a mais eficiente possível.

“Quanto à transição, não tenho dúvida de que o atual governo, nos dois meses próximos, poderá proporcionar a continuidade daquilo que se propunha a fazer porque há inclusive projetos e medidas provisórias que encontrarão boa vontade nossa para ter prosseguimento e apreciação no Congresso Nacional. E que a transição seja a mais eficiente possível para os propósitos que ela tem, que é fazer com que o novo governo tenha clareza de dados e de informações para colocar em prática o plano de governo aceito pela maioria da população”, acrescentou Pacheco.

Fonte Agência Brasil

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Presidente da Câmara diz que vitória de Lula não deve ser contestada.

Foto: Zeca Ribeiro

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou na noite deste domingo (30) que a decisão dos brasileiros de eleger o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o próximo presidente da República “jamais deverá ser contestada”.

"A maioria registrada nas urnas jamais deverá ser contestada e seguiremos em frente na construção de um país soberano, justo e com menos desigualdades", afirmou.

"Ao presidente eleito, a Câmara dos Deputados lhe dá os parabéns e reafirma o compromisso com o Brasil, sempre com muito debate, diálogo e transparência. É preciso ouvir a voz de todos, mesmo divergentes, e trabalhar para atender as aspirações mais amplas”.

Segundo o congressista, o "Brasil deu mais uma demonstração da vitalidade da força de suas instituições".

O parlamentar afirmou que o momento é de pacificar o país e construir novos pontos para melhorar a vida dos brasileiros.

"É hora de desarmar os espíritos, estender a mão aos adversários, debater, construir pontos, propostas e práticas que tragam mais desenvolvimento, empregos, saúde, educação e marcos regulatórios eficientes. Tudo que for feito daqui para frente tem que ter um único princípio: pacificar o país e dar melhor qualidade de vida ao povo brasileiro", disse.

Fonte Agência Brasil

Eleito, Lula diz que é hora de 'restabelecer a paz entre os divergentes' e que vai governar para todos os brasileiros: 'Não existem dois Brasis'.

O agora presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o discurso da vitória em São Paulo na noite deste domingo (30). Ele afirmou que o momento é de "restabelecer a paz entre os divergentes". Lula disse que vai governar para todos os brasileiros, e não só para os que votaram nele. Para o presidente eleito, "não existem dois Brasis".

A vitória de Lula foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quando havia 98% das urnas apuradas, às 19h57. Àquela altura, ele tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Jair Bolsonaro (PL), que contabilizava 49,17%.

No discurso, ele estava ao lado de aliados, como o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e a senadora e terceira colocada no primeiro turno, Simone Tebet (MDB).

Foto: Fábio Tito/g1

"Meus amigos e minhas amigas. A partir de 1º de janeiro de 2023, vou governar para 215 milhões de brasileiros e brasileiras, e não apenas para aqueles que votaram em mim. Não existem dois Brasis, somos um único país, um único povo, uma grande nação", afirmou Lula.

Lula defendeu a paz e a convivência harmônica no país.

"Estou aqui para governar esse país numa situação muito difícil. Mas tenho fé que com a ajuda do povo, nós vamos encontrar uma saída para que esse país volte a viver democraticamente, harmonicamente. E a gente possa, inclusive, restabelecer a paz entre as famílias, os divergentes, para que a gente possa construir o mundo que nós precisamos, e o Brasil", completou.

Ele disse que não interessa a ninguém viver em um país em eterno estado de guerra. Lula afirmou ainda que o ódio foi propagado de forma criminosa no Brasil.

"Não interessa a ninguém viver numa família onde reina a discórdia. É hora de reunir de novo as famílias, refazer os laços de amizade rompidos pela propagação criminosa do ódio. A ninguém interessa viver em um país dividido, em permanente estado de guerra", argumentou.

"É hora de baixar as armas, que jamais deveriam ter sido empunhadas. Armas matam. E nós escolhemos a vida", declarou.

Foto: Fábio Tito/g1

Combate à miséria

No discurso, Lula afirmou que o combate à fome e à miséria é o "compromisso número 1" do governo eleito.

"Nosso compromisso mais urgente é acabar outra vez com a fome. Não podemos aceitar como normal que milhões de homens, mulheres e crianças neste país não tenham o que comer, ou que consumam menos calorias e proteínas do que o necessário", disse Lula.

"Se somos o terceiro maior produtor mundial de alimentos e o primeiro de proteína animal, se temos tecnologia e uma imensidão de terras agricultáveis, se somos capazes de exportar para o mundo inteiro, temos o dever de garantir que todo brasileiro possa tomar café da manhã, almoçar e jantar todos os dias", prosseguiu o petista.

"Este será, novamente, o compromisso número 1 do nosso governo."

Lula também repetiu a promessa, já anunciada durante a campanha, de retomar o Minha Casa, Minha Vida. Durante o governo Jair Bolsonaro, a iniciativa foi substituída pelo programa Casa Verde Amarela, com formato diferente.

"Não podemos aceitar como normal que famílias inteiras sejam obrigadas a dormir nas ruas, expostas ao frio, à chuva e à violência. Por isso, vamos retomar o 'Minha Casa, Minha Vida', com prioridade para as famílias de baixa renda, e trazer de volta os programas de inclusão que tiraram 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza."

Relação com o mundo político

No discurso da vitória, Lula disse que a história reservou a ele uma missão de "magnitude" e que, para cumpri-la, precisará de "todos os partidos políticos, trabalhadores, empresários, parlamentares, governadores, prefeitos e gente de todas as religiões".

"O Brasil tem jeito, todos juntos seremos capazes de consertar este país e construir um Brasil do tamanho dos nossos sonhos, com oportunidade para transformar em realidade", afirmou.

"Vamos também restabelecer o diálogo entre governo, empresários, trabalhadores e sociedade civil organizada, com a volta do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social", completou.

Lula também agradeceu ao antigo rival Geraldo Alckmin, eleito próximo vice-presidente do Brasil, que, segundo o petista, deu uma "contribuição extraordinária" à campanha.

Amazônia

Outro tema que Lula destacou em seu discurso foi a proteção da Amazônia. Ele afirmou que o novo governo terá meta de desmatamento zero.

"Em nosso governo, fomos capazes de reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia, diminuindo de forma considerável a emissão de gases que provocam o aquecimento global. Agora, vamos lutar pelo desmatamento zero da Amazônia", afirmou o presidente eleito.

Segundo ele, uma árvore em preservada vale mais que toneladas de madeira ilegal.

"O Brasil e o planeta precisam de uma Amazônia viva. Uma árvore em pé vale mais do que toneladas de madeira extraídas ilegalmente por aqueles que pensam apenas no lucro fácil, às custas da deterioração da vida na Terra", continuou Lula.

Brasil no mundo

Lula também falou que, no cargo, pretende "reconquistar a credibilidade, a previsibilidade e a estabilidade do país, para que os investidores – nacionais e estrangeiros – retomem a confiança no Brasil".

Segundo o presidente eleito, "o mundo sente saudade do Brasil".

"Saudade daquele Brasil soberano, que falava de igual para igual com os países mais ricos e poderosos. E que, ao mesmo tempo, contribuía para o desenvolvimento dos países mais pobres", disse.

"Hoje nós estamos dizendo ao mundo que o Brasil está de volta. Que o Brasil é grande demais para ser relegado a esse triste papel de pária do mundo", continuou.

Lula disse que pretende:

. atuar por um comércio internacional mais justo;

. retomar parcerias com os Estados Unidos e com a União Europeia;

. reindustrializar o Brasil;

. investir na economia verde e digital;

. apoiar a criatividade dos empresários e empreendedores e exportar conhecimento.

"Não nos interessam acordos comerciais que condenem nosso país ao eterno papel de exportador de commodities e matéria prima", disse Lula.

"Vamos lutar novamente por uma nova governança global, com a inclusão de mais países no Conselho de Segurança da ONU e com o fim do direito a veto, que prejudica o equilíbrio entre as nações", declarou.

Fonte g1