segunda-feira, 24 de junho de 2024

TV Brasil estreia nova série infantil sobre literatura brasileira.

Foto: Reprodução

A TV Brasil estreia, nesta segunda-feira (24), mais uma atração para a sua faixa infantil. A série Manual de Sobrevivência da Literatura Brasileira acompanha os primos Gabriela e Rodrigo em uma aventura no mundo dos livros. A obra é uma produção independente realizada por meio do edital do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav) TVs Públicas.

A atração vai ao ar de segunda a sábado, às 10h30, dentro da faixa TV Brasil Animada, dedicada à programação infantil. A emissora é uma das principais janelas em TV aberta para animações nacionais e conteúdos voltados a esse público. São mais de quatro horas diárias de conteúdo para crianças, livres de inserções comerciais, com transmissão para todo o país por intermédio das emissoras afiliadas à Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Em Manual de Sobrevivência da Literatura Brasileira, os dois protagonistas recebem a visita inesperada do avô Edgard, que desencadeia uma aventura mágica. Uma biblioteca secreta e mística se revela num portal para os diversos mundos encantados da literatura brasileira. A cada livro, a dupla encara um novo desafio e embarca em missões sob a tutela do avô. A direção da série é de Diego Lopes, Cláudio Bittencourt e Aly Muritiba, responsável por produções de peso na TV e no streaming, como Carcereiros, O Caso Evandro e Cangaço Novo.

Sobre o Prodav

O Prodav é uma parceria entre a Agência Nacional do Cinema (Ancine), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para incentivar a produção regional e independente. A proposta é ofertar esse conteúdo para as emissoras públicas de televisão. A EBC distribui o material ao disponibilizar as obras para todas as emissoras de televisão do campo público que aderirem ao projeto.

Serviço

Manual de Sobrevivência da Literatura Brasileira – TV Brasil Animada

Estreia 24 de junho, às 10h30, na TV Brasil

Fonte Agência Brasil

“Eu sou um político de posição”, diz Lawrence sobre 2020, 2022 e 2024.

Foto: Edilberto Barros

“Eu sou sim um político de posição, não fico em cima do muro. Político que teve a coragem apoiar o atual prefeito em 2020, quando ainda ninguém acreditava na sua vitória, que não se escondeu no segundo turno da campanha de 2022, que agora em 2024 teve a coragem de se posicionar ao não mais concordar com o rumo que tomou a gestão municipal e sua forma de fazer política. Então, eu me considero Mossoró quero debater e discutir os problemas de Mossoró na esse pleito municipal”.

A declaração do pré-candidato a prefeito de Mossoró, Lawrence Amorim (PSDB), trata do apoio que deu a Bolsonaro no segundo turno de 2022 - e ainda alfineta Allyson Bezerra (UB) sobre a falta de posicionamento na eleição a presidente. 

Ele falou sobre o assunto após provocação do Blog Carol Ribeiro.

Segundo ele, o vídeo em que critica o PT e pede voto para Bolsonaro não foi apagado, mas arquivado.

“O vídeo não foi apagado, o vídeo foi arquivado e isso não foi agora, isso aí já faz um tempo. Um trabalho que a nossa equipe de mídia digital realiza corriqueiramente no nosso Instagram pra que a gente possa ter um perfil mais enxuto, isso é bem comum pra quem trabalha com mídias sociais”, garantiu. 

O apoio de Lawrence ao ex-presidente conservador é uma das principais críticas de parte dos petistas, que não concordam com a aliança entre o PT e o PSDB, oficializada pelo principal partido opositor de Bolsonaro no dia 15 de junho.

“As críticas da ala do PT que foram contra a aliança firmada, eu encaro com muita naturalidade. Críticas fazem parte do ambiente democrático, o qual eu respeito, mas importante é que nós estamos somando forças para um novo projeto pra Mossoró. E o apoio da Federação Brasil da Esperança à nossa pré-candidatura é de fundamental importância para a construção de uma frente ampla da oposição em Mossoró. Então encaro com muita naturalidade”, diz.

Por Carol Ribeiro

Aprenda como preparar uma pamonha de forno.

Foto: Alexandre Dantas

O menu junino do Inter TV Rural traz neste domingo (23), véspera de São João, uma das receitas mais tradicionais nesse período: uma pamonha de forno.

Essa receita é simples de preparar. São apenas 5 ingredientes e todo processo e feito apenas no liquidificador. Confira:

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Ingredientes

. 600 g de milho verde ou 5 espigas de tamanho médio

. 200 g de açúcar

. 200 ml ou 1 xícara de chá de leite bovino

. 80 ml ou 1/3 de xícara de chá de manteiga da terra

. 1 pitada de sal

Modo de preparo

Em um liquidificador vamos processar os ingredientes. Começamos colocando a metade da quantidade de milho verde, o açúcar, o leite, a manteiga da terra e temperamos com uma pitada de sal. Em seguida, processamos os ingredientes por cerca de 1 minuto. Após esse tempo, adicionamos o restante da porção de milho verde. Batemos mais um pouco.

Uma dica: qume gostar da pamonha com pedaços e mais textura, deve bater menos tempo no liquidificador. E quem optar pela pamonha mais lisinha, pode bater até que a massa chegue nesse ponto.

Após bater até o ponto desejado, (no nosso caso, deixamos cerca de 4 minutos, para ter uma textura média), a massa está pronta.

Separamos uma forma retangular (mas pode ser qualquer outro formato) e untamos com manteiga ou óleo e polvilhamos farinha de trigo. Logo depois, despejamos o conteúdo do liquidificador diretamente na assadeira.

Vamos assar em forno preaquecido entre 180 e 200° até que a superfície da pamonha fique levemente dourada.

Nessa receita, a pamonha ficou cerca de 50 minutos no forno. Depois é só cortar e servir.

sábado, 22 de junho de 2024

Dom Francisco de Sales anuncia primeira mudança de padres em eu mandato.

Foto: Reprodução

A Diocese de Mossoró comunica que, a partir do dia 06 de julho, o Pe Eliseu Wilton de Maria será o novo administrador paroquial da Paróquia do Menino Jesus, no Santa Delmira, em Mossoró-RN.

A Igreja Particular de Mossoró aproveita para agradecer todo empenho e a bonita missão de Pe João Alfredo, que ao longo de muitos anos esteve à frente da Paróquia, contando também com a colaboração de alguns padres, e mais recentemente, do Pe José Mário Freitas Viana Segundo. Deus e Santa Luzia lhes paguem por tanto amor e colaboração no serviço ao santo povo de Deus!

Para Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, no Abolição II, atual Paróquia de Pe Eliseu, serão destinados os padres Flávio Augusto Forte Melo e Heriberto Carneiro, que ajudarão por tempo determinado ao vigário paroquial Pe Ricardo Rubens, enquanto se organiza a transição pastoral na comunidade.

Dom Francisco de Sales, O.Carm., agradece pela dedicação e serviço de cada um dos padres e pede a oração e o compromisso de todos, para que seja este um tempo de graça na caminhada de nossa Igreja diocesana, chamada a renovar-se na esperança, testemunhando a alegria do santo Evangelho.

Debate sobre sites de apostas opõe dados de economia e saúde.

Foto: Joédson Alves

Aposte, aposte, aposte, ou, em inglês, bet, bet, bet. O imperativo de risco chega a telinhas e telonas. A outdoors e camisetas. Pelo rádio, por entre notícias e em qualquer brecha nas páginas de internet. Antes, durante e depois de eventos esportivos. Os anúncios, fantasiados de elementos lúdicos, vêm de todos os lados, como convites para se divertir e ganhar dinheiro.

São os sites de apostas, também conhecidas como bets. Neles, as pessoas apostam dinheiro em resultados de partidas de vários esportes. Futebol, basquete, boxe, artes marciais mistas. E não só nos resultados. É possível apostar em detalhes de cada jogo, como quem fará os gols em uma partida ou se determinado atleta receberá cartão amarelo.

O presidente do Instituto Jogo Legal, Magno José Santos de Sousa, estima que existam mais de dois mil sites de apostas esportivas hoje em operação no Brasil. Mas essas empresas ainda têm até o fim do ano para se regularizar no país. Por isso, o número exato de sites atuando por aqui ainda é incerto.

De um lado, há quem defenda a regulamentação dos jogos por conta de benefícios como a arrecadação de impostos e garantir um maior controle da atividade, que teria potencial para reverter até R$ 18 bilhões para os cofres públicos. Por outro lado, profissionais de saúde alertam para a possibilidade de danos à saúde mental de jogadores. Confira o que diz a lei.

O tema tem sido alvo de controvérsia também no Parlamento. Em abril, o Senado instalou a CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas. A proposta é apurar denúncias de suspeitas relacionadas a partidas oficiais, principalmente de futebol. Mas essa é apenas uma parte das polêmicas.

Publicidade em discussão

Quem defende a regulamentação e entende que o jogo pode ocorrer em ambiente seguro afirma que a lei cria mais regras para a publicidade. A norma define, por exemplo, que os avisos de desestímulo ao jogo e de advertência sobre seus malefícios deverão ser veiculados pelos agentes operadores.

A lei prevê ainda ações informativas de “conscientização dos apostadores e de prevenção do transtorno do jogo patológico, bem como da proibição de participação de menores de 18 anos, especialmente por meio da elaboração de código de conduta e da difusão de boas práticas”.

Essa preocupação com a força da publicidade no setor de apostas esportivas é tema de avaliação do advogado e pesquisador em direito constitucional Thiago Valiati. Ele entende que a lei é importante para trazer regras claras sobre a publicidade, e acredita que o Ministério da Fazenda ainda trará portarias específicas para tratar do tema.

“A própria regulamentação do serviço dessa lei é importante, nesse sentido, para que a publicidade, que a gente se acostumou a ver de uma forma exagerada, possa ser controlada pelo poder público”, afirmou. Outro fator que o jurista destaca é que a lei poderá trazer recursos para lidar com os eventuais malefícios.

Ele entende que a nova lei também terá o poder de coibir abusos das empresas operadoras das apostas esportivas. Na avaliação dele, a lei colocou o País em harmonia com os países mais desenvolvidos do mundo na prestação desses serviços. “A nova lei aqui no Brasil, publicada no final do ano passado, prevê agora que as empresas e os apostadores que exploram a atividade terão que, por exemplo, recolher os tributos devidos no país”.

Arrecadação

A legislação sobre as apostas esportivas estabelece critérios para a regulamentação da atividade e as normas para a exploração do serviço, define a distribuição da receita arrecadada, fixa sanções e também a fiscalização da atividade. “Além de fazer com que o montante arrecadado seja revertido em prol da própria sociedade, privilegia a integridade e faz um fomento do jogo responsável por meio de um controle maior sobre essas movimentações que estão de grande vulto, um mercado que gera bilhões”, explica o jurista.

Valiati diz que as empresas que vão atuar no país terão uma parte do seu custeio destinado a diversas áreas sociais. Então, por exemplo, dos 12% que são destinados à União, 10% desse montante vai se destinar à educação”, pondera o advogado. Ele entende que lei é muito clara ao trazer alguns critérios para a realização de publicidade. “A família tem um papel essencial em controlar esse acesso dos mais jovens”.

Dependência

Segundo a psicóloga Bruna Mayara Lopes, que atua no Ambulatório dos Transtornos de Impulso, do Hospital das Clínicas de São Paulo, os jogos de azar podem levar à dependência. “O jogo de aposta forma hábitos. Quanto mais a pessoa tem acesso a esse hábito, maior a chance dela ter uma dependência. A pessoa corre o risco de ter o transtorno do jogo, que é uma dependência em jogos de azar”, alerta.

Bruna explica que existem pessoas que são mais vulneráveis a esse transtorno. “Por exemplo, pessoas que têm TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperatividade) correm mais risco. O que faz com que a pessoa tenha essa dependência é o fácil acesso”. Esse fácil acesso pode ser identificado pela maior incidência de publicidade. “Quanto mais publicidade em relação às apostas esportivas, maior o risco da pessoa se interessar e procurar por jogos de apostas esportivas”.

A psiquiatra Raquel Takahashi, também pesquisadora do tema, explica que o transtorno do jogo está na mesma categoria das dependências químicas. “Inclusive, a gente segue o mesmo princípio [de diagnóstico e tratamento]”. Por isso, ela identifica que são necessárias mensagens insistentes de que o jogo pode causar dependência.

Já a psicóloga Bruna Mayara Lopes avalia que fatores socioeconômicos também influenciam com que a pessoa jogue mais. “Principalmente quando elas associam o jogo a alguns fatores, como renda extra. Na verdade, jogos de apostas não têm nada a ver com isso e deveria ser olhado como uma maneira de diversão apenas”.

A profissional adverte que outro fator que leva a pessoa a achar que está “tudo bem” é quando ela superestima a própria “habilidade”. “Ela acredita que, por conhecer, por exemplo, o time de futebol, pode acreditar que tem domínio sobre o jogo. Mas isso é uma crença que pode até levar a pessoa a criar essa dependência”, diz Bruna Lopes.

Sinais

Um dos sinais de dependência em sites de apostas pode ser, por exemplo, o comprometimento da própria renda nessa atividade. “Quando a pessoa começa a pedir empréstimo para poder fazer as apostas, quando ela começa a ter riscos na vida dela, ou começa a comprometer os relacionamentos pessoais ou o trabalho. Tudo pode ser evidência do risco”.

Nesse sentido, ela entende que, por mais que o jogo possa ter regulamentação e que só pessoas maiores de idade possam jogar, a internet potencializa riscos para jovens. “É importante que os adultos fiquem de olho nos adolescentes. Até porque, quanto mais cedo a pessoa começa a apostar, mais difícil serão as condições de retirar esse hábito da rotina”.

No ambulatório

A profissional explica que esses tipos de jogos de apostas envolvem aleatoriedade. Nesse sentido, a pessoa ficaria “viciada” em jogar cada vez mais para ver se ganha um prêmio. “No nosso ambulatório, mais de 40% dos atendimentos foram destinados a jogos de aposta esportiva. E a maioria é jogos de aposta online, no geral. A gente tem percebido isso cada vez pessoas mais em jovens”. Inclusive, antes, o ambulatório atendia mais pessoas mais velhas.

A psiquiatra Raquel Takahashi também avalia que o grupo de homens jovens é o mais vulnerável. “Pacientes que tiveram dependência por álcool e outras drogas têm um risco maior também”. A especialista explica que os jogos ativam um “circuito de recompensa”. “É uma área especial que está ligada exatamente à dependência química também”. Seria, então, uma dependência comportamental que poderia entrar como uma espécie de fuga de realidade.

Mais fiscalização

No campo da regulamentação, o advogado Thiago Valiati afirma que as próprias casas de apostas apresentaram a demanda de dar mais segurança aos jogos. Para ele, essas empresas querem se livrar da pecha de envolvidas com escândalos. “Com a regulamentação, a ideia é que a gente tenha essa fiscalização em relação a todo o mercado”.

Segundo ele, a lei prevê formas de conter a invasão ainda maior das casas de apostas nos eventos esportivos, como proibir que as apostas envolvam categorias de base ou eventos que envolvam exclusivamente atletas menores de idade em qualquer modalidade esportiva. “O Ministério da Fazenda vai ainda trazer várias portarias que vão regulamentar de forma específica o tema, inclusive trazendo alguns critérios sobre prazo e em quanto tempo as empresas devem estar devidamente autorizadas a funcionar no Brasil”.

A primeira recomendação é que os apostadores só procurem as empresas de fato que estejam regularizadas e legalizadas no país. “A recomendação é que as pessoas procurem os sites que serão devidamente licenciados pelo poder público. A gente verifica muito as hipóteses de pessoas que perdem o controle e acabam se viciando, se descontrolando, por envolver uma forma de ganho fácil”.

Recursos para o país

O presidente do Instituto Jogo Legal, Magno José Santos, lamenta a existência de um “preconceito muito grande” com o jogo no Brasil, proibido há 83 anos. No entanto, ele defende que é necessário olhar diferente para uma atividade que movimentou mais de R$ 54 bilhões no ano passado.

“As apostas esportivas têm uma premiação alta e giram em torno de 90%. Nós estamos falando de uma cifra de R$ 15 bilhões a R$ 18 bilhões que esse setor arrecadou. Só que o combustível desse setor é a publicidade”.

Por isso, ele contabiliza que seriam investidos de 35% a 40% desses recursos em propaganda. “Daqueles 15 bilhões, pelo menos uns R$ 8 bilhões foram lucros que ficaram com essas plataformas no exterior sem nenhuma contrapartida para o Estado brasileiro”. O único tributo que foi arrecadado desses recursos foi o IOF (Imposto Sobre Operação Financeira)”.

Melhores práticas

O presidente do Instituto Brasileiro para o Jogo Responsável, André Gelfi, explica que, para que esse dinheiro seja destinado para finalidades sociais, por exemplo, é necessária maior proteção ao apostador ou mesmo monitoramento e zelo pela integridade esportiva.

“É absolutamente pertinente essa regulamentação que se deu a partir da lei aprovada em dezembro. Agora a gente aguarda com grande expectativa as portarias que vão detalhar todo o processo”. A previsão, em princípio, é que essas portarias sejam todas publicadas até julho. “Conscientizar a população com relação à dinâmica do produto, para que ele seja consumido de forma parcimoniosa e que não traga malefícios”, afirmou.

Até a Caixa Econômica manifestou interesse na autorização para apostas esportivas. Mas ressaltou que preza pelo cuidado com o apostador em toda a sua operação e “segue as melhores práticas internacionais, com certificação nível 3 no programa Jogo Responsável, concedida pela WLA (World Lottery Association – Associação Mundial de Loterias)”.

O banco público entende que o “jogo responsável” inclui evitar que menores de 18 anos façam apostas, bem como orientar sobre a prevenção e tratamento aos danos relacionados a jogo. “É importante ressaltar que o tema da responsabilidade nos jogos está sendo regulamentado pelo Governo Federal”.

Ajuda

Mesmo os defensores da atividade pensam que é necessário priorizar alertas para os riscos dessa atividade. Até que a regulamentação esteja efetivamente em funcionamento, o jogo ainda selvagem deve estar em voga. A psicóloga Bruna Lopes chama atenção para que as pessoas que identifiquem estarem sofrendo com esse transtorno devam procurar ajuda.

“As pessoas podem buscar ajuda, por exemplo, nos centros de atenção psicossocial (Caps) no seu Estado”. Ela cita que existem também entidades de “jogadores anônimos”, que funcionam como um grupo de autoajuda para pessoas que têm dependência em jogos de azar.

Fonte Agência Brasil

Grupo vai acompanhar ações de recuperação da malha viária no RN.

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As ações de recuperação da malha viária no Rio Grande do Norte foram o foco da discussão realizada na tarde desta quinta-feira (20), na Assembleia Legislativa. A audiência pública foi proposta pela deputada estadual Divaneide Basílio (PT) e contou com a participação de autoridades que representaram tanto a Secretaria de Infraestrutura do Rio Grande do Norte (SIN) quanto o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Contando com a participação do deputado federal Fernando Mineiro (PT) e da deputada estadual Cristiane Dantas (Solidariedade), a audiência expôs as ações que têm sido realizadas no estado, sejam em rodovias federais ou nas vias estaduais. O foco principal foi atualizar a população sobre o andamento das ações.

"É importante que a sociedade tenha conhecimento sobre o que está sendo feito, porque nós, deputados, somos cobrados diariamente sobre essas informações", explicou Divaneide Basílio. "Quase que diariamente, nós encaminhamos requerimentos cobrando intervenções que são solicitadas pela população", corroborou a deputada Cristiane Dantas.

Quem fez os maiores esclarecimentos sobre as ações foi o diretor-executivo do DNIT nacional, Carlos Antônio Rocha de Barros. Segundo ele, a PEC que permitiu novos investimentos na área fez a diferença para garantir a recuperação da malha viária. De acordo com o diretor, em um ano e meio, o DNIT já investiu aproximadamente R$ 380 milhões, valor maior do que a soma dos três anos anteriores.

Em sua exposição, o diretor-executivo do DNIT explicou que, dos 1.546 quilômetros de rodovias federais que cortam o Rio Grande do Norte, 90% são consideradas boas ou regulares, enquanto 10% são consideradas ruins ou péssimas. Para ele, os novos investimentos farão a diferença para reduzir o número de vias consideradas péssimas.

"Nosso objetivo é diminuir esse percentual, e deveremos conseguir rapidamente", disse.

Entre as ações realizadas e em curso no Rio Grande do Norte, ele falou sobre a obra entre as BRs 304 e 226, que já está com o projeto contratado, assim como a situação da readequação da BR-104, que já tem projeto contratado para recuperação do quilômetro zero até a divisa com a Paraíba. Além disso, ele citou 13,9 quilômetros realizados na Reta Tabajara pela atual gestão.

Ainda entre os projetos, o diretor ressaltou que o DNIT está trabalhando para concluir as intervenções no viaduto do "Gancho de Igapó", que ficaram pendentes, além da restauração de trechos em Florânia. Já na estrada do Cajueiro, na BR-437, o projeto já está aprovado, mas falta o orçamento.

Na audiência, a população também relatou problemas em pontos específicos, assim como a Secretaria de Infraestrutura deu detalhes sobre a operação de recuperação da malha viária das rodovias estaduais que está em curso. Para Divaneide Basílio, o encontro foi importante para dar transparência ao trabalho realizado e definir encaminhamentos.

Ao fim do encontro, a deputada se comprometeu a acompanhar de perto o processo de recuperação das vias e as demandas externadas, assim como definir quais serão as visitas. A parlamentar também deu como encaminhamento a realização de uma reunião de trabalho específica para tratar das BRs 304 e 104, além de uma visita a Ceará-Mirim, onde há uma demanda, e comprometeu-se a realizar uma discussão específica sobre a zona Norte de Natal.

"Certamente, saímos desse encontro com a certeza sobre o que está sendo realizado e o compromisso de que iremos fazer esse acompanhamento cada vez mais de perto, que é o papel dos deputados", disse Divaneide Basílio.

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Empresário Flávio Azevedo toma posse como senador pelo RN após licença de Rogério Marinho.

Foto: Reprodução

O empresário Flávio Azevedo (PL), de 78 anos de idade, tomou posse como senador da República pelo Rio Grande do Norte em uma sessão na tarde desta quarta-feira (19) no plenário do Senado Federal, em Brasília. Esta será a primeira vez que ele assume o mandato.

Flávio Azevedo assume a vaga por 120 dias após um pedido de licença do senador Rogério Marinho (PL), eleito em 2022. O empresário era o primeiro suplente da vaga.

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Rogério Marinho informou que vai se afastar do cargo para participar das articulações partidárias nas eleições municipais, que acontecem em outubro deste ano, no Nordeste. A volta dele ao cargo de senador é prevista exatamente para o mês de outubro.

Flávio Azevedo, que assumiu a vaga, foi presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte de 2003 a 2011 e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria, entre 2008 e 2011.

Fonte g1/RN

Crispiniano Neto será candidato a vice-prefeito.

Foto: redes sociais

Os bastidores da política em Serra do Mel mostram que tem como certa a integração do poeta, jornalista e ex-presidente da Fundação José Augusto, Cripiniano Neto (PT) como vice-prefeito chapa encabeçada por Moabe Soares (PSD).

Moabe é o atual vice-prefeito do município e lidera a ala oposicionista.

Em recente agenda na capital, Moabe e Crispiniano estiveram com a governadora Fátima Bezerra (PT).

Nas redes sociais o pré-candidato ao executivo afirmou que aquela foi uma “Ocasião onde apresentamos apresentamos diversas demandas e soluções para os problemas que estão prejudicando nossa Serra do Mel”, pontuou Moabe.

Um evento de lançamento da chapa Moabe /Crispiniano está sendo organizado para os próximos dias.

Por Vonúvio Praxedes

Zenaide Maia cobra a CBF inclusão de Natal como uma das sedes da Copa do Mundo Feminina.

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A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) solicitou ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, que Natal, capital do Rio Grande do Norte, seja uma das cidades brasileiras que sediarão os jogos da Copa Feminina de Futebol de 2027. O dirigente já informou à parlamentar que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) irá em breve ao Estado avaliar a sugestão de inclusão.

Junto a outras lideranças femininas nacionais e a representantes da bancada de senadoras e deputadas federais, Zenaide esteve presente em um evento com a CBF, nesta terça-feira (18), em Brasília, promovido em comemoração à escolha do Brasil como país-sede da Copa Feminina de Futebol de 2027.

“Nós, lideranças femininas do Congresso Nacional, fomos convidadas para reunirmo-nos num coquetel especial com a CBF para celebrar esta vitória do esporte nacional e das nossas talentosas jogadoras. Fiz questão de pleitear firmemente ao presidente da entidade que Natal esteja inserida no mapa de cidades que sediarão os jogos da Copa Feminina de Futebol de 2027. Temos estruturas à altura deste show do esporte mundial, como nosso belíssimo estádio da Arena das Dunas. Natal sediou a Copa de Futebol masculina de 2014, e foi um sucesso inesquecível que, tenho certeza, poderá ser reproduzido em 2027”, afirma Zenaide.

Vantagens

Ainda conforme a senadora, o dirigente da CBF sinalizou disposição para dialogar sobre a demanda e já está avaliando a viabilidade. “O presidente Ednaldo Rodrigues me informou de pronto que a Fifa irá em breve ao Estado analisar a nossa sugestão. Estamos bastante otimistas quanto à confirmação de Natal sediando essa Copa com a presença das grandes jogadoras de futebol do Brasil do mundo, que são inspiração de sucesso e exemplo de força para meninas e mulheres que enfrentam pobreza, para comunidades carentes e para toda uma sociedade que luta contra os preconceitos e o machismo”, frisa Zenaide.

De acordo com a senadora, pesa ainda a favor da solicitação o seguinte fato: com um aeroporto posicionado estrategicamente num extremo territorial brasileiro em área costeira que é mais próximo da Europa, da África e de outros continentes, o Rio Grande do Norte tem localização litorânea estratégica, dispondo de vantagem logística para transportes e para deslocamento das seleções e equipes dos países que participarão da competição de futebol. Ademais, ela reforça que o Estado oferece forte rede hoteleira, “uma das melhores do Nordeste”.

A parlamentar destaca que o território potiguar dispõe de infraestrutura, equipamentos públicos, capital humano, belezas naturais, cultura rica e união política para gerar desenvolvimento e promover os esportes e a cadeia turística. Também presente no evento, reforçou o mesmo pedido à CBF o secretário de estadual de Fazenda, Cadu Xavier, representando a governadora Fátima Bezerra.

“Além disso, receber um evento de repercussão global consolida reconhecimento público, geração de renda e promoção de novos negócios, bem como projeta nosso Estado internacionalmente para receber futuros eventos e investimentos do exterior. Nossa culinária e nossas artes encantam visitantes de todo o mundo. Vamos promover turismo de qualidade e estimular a economia e as trocas culturais”, salienta Zenaide.

No evento, a bancada feminina do Congresso também agradeceu ao presidente da CBF o apoio da instituição no combate à violência contra as mulheres.

terça-feira, 18 de junho de 2024

Projeto do Hub dos Correios no RN está em fase de conclusão.

Foto: Reprodução

Em reunião com a governadora Fátima Bezerra, nesta segunda-feira (17), o diretor de Operações dos Correios, Frank Carvalho de Moura, fez um relato da evolução do processo de instalação do Centro de Distribuição Internacional no Rio Grande do Norte para atender ao aumento da demanda de produtos importados no Nordeste. O projeto está na fase de revisão dos instrumentos que possibilitam as contratações e parcerias, devendo ser concluído em julho.

No primeiro momento, a implantação do polo logístico trará empregos diretos, indiretos e geração de renda para centenas de pessoas. Outro benefício será a disponibilidade de transporte (fluxo de volta das aeronaves) para levar produtos do RN e do Nordeste ao exterior nos aviões cargueiros que chegarão no Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.

“Todo apoio, de nossa parte, à consolidação desse projeto, importante para o Estado”, disse a governadora, relembrando a luta, ainda como deputada federal, para instalação do chamado “Hub dos Correios” no Rio Grande do Norte. O projeto estava engavetado há quase 10 anos e foi retomado no início de 2023.

De acordo com dados atualizados, 25% das mercadorias importadas que chegam ao Brasil para distribuição, via Correios, têm o Nordeste como destino. “Um benefício imediato para a população será a redução do tempo e do custo de entrega”, uma vez que o novo centro internacional estará mais próximo dos destinatários, afirmou Frank Carvalho. Ele ressaltou ainda que a estrutura logística também trará oportunidade de fomento de novos negócios baseados em marketplaces (espécie de shopping center online), onde diferentes vendedores podem anunciar seus produtos, ajudando a impulsionar as vendas por meio da internet.

Este será o primeiro empreendimento do tipo na região Nordeste e o quarto no Brasil. Os outros três ficam em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Também participaram do encontro, entre outros, o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Eraldo Paiva e assessores; secretários de estado Silvio Torquato (Desenvolvimento Econômico), Gustavo Coelho (Infraestrutura), Hugo Fonseca (secretário-adjunto da SEDEC) e Álvaro Bezerra (adjunto da SEFAZ); Ivanilson de Souza Maia (adjunto do Gabinete Civil). Pelos Correios no RN, Jackeline Costa (superintendente) e Marcone Edson (gerente de operações).