segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Cadu de Lula vira o jogo, derrota Allyson e é eleito governador do RN.

Foto: Redes sociais

Cadu de Lula (PT) foi eleito governador do Rio Grande do Norte neste domingo (25), após vencer Allyson Bezerra (União Brasil) no segundo turno das eleições. Com 100% das seções apuradas, o petista somou 1.073.024 votos (50,77% dos válidos), contra 1.040.399 (49,23%) do adversário. A diferença foi de 32.625 votos. Larissa Rosado (PSB) foi eleita vice-governadora.

A eleição foi confirmada às 21h08 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, foram registrados 2.113.423 votos válidos, 35.873 votos brancos e 80.214 nulos. A abstenção chegou a 16,07%, com 426.776 eleitores ausentes.

Virada no segundo turno

O resultado reverteu a vantagem de Allyson Bezerra no primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Na ocasião, o ex-prefeito de Mossoró obteve 733.809 votos (36,94%), enquanto Cadu recebeu 718.300 (36,16%), uma diferença de 15.509 votos.

A campanha petista contou com o apoio da governadora Fátima Bezerra (PT), de quem Cadu foi secretário estadual da Fazenda, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em 10 de outubro, Lula esteve em Natal para participar de um ato político com o candidato.

Quem é Cadu de Lula

Aos 48 anos, Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu de Lula, é engenheiro de computação, mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e auditor fiscal estadual desde 2005.

Ele ingressou no primeiro escalão do governo estadual em 2019, como secretário de Tributação. Posteriormente, assumiu a recém-criada Secretaria Estadual da Fazenda, que comandou até deixar o cargo, em 2026, para disputar o governo. Entre 2023 e 2025, também presidiu o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

Esta foi a primeira disputa eleitoral de Cadu por um cargo público. Durante a campanha, adotou o nome político Cadu de Lula em referência ao presidente da República.

Vice-governadora

Larissa Daniela da Escóssia Rosado é formada em Administração de Empresas pela Universidade Potiguar. Na vida profissional, já desempenhou diversas atividades tendo destaque como diretora do Jornal “O Mossoroense”, da FM Resistência e da Casa de Saúde Dix-sept Rosado, todos em Mossoró.

Larissa foi Deputada estadual por quatro mandatos (2003-2006, 2007-2010, 2011-2014, 2017-2018). Nas eleições municipais de 2020 foi candidata a vereadora de Mossoró pelo PSDB. Conseguiu ser eleita com a 5ª maior votação e foi a mais votada de seu partido com 2.516 votos, contudo, perdeu o mandato em maio de 2023, após o PSDB ter tido seus votos anulados pelo TSE.

Após quase 6 anos sem exercer cargo político Larissa Rosado é eleita vice-governadora do Estado.

PT permanece no comando do RN

Com a vitória, o PT permanecerá à frente do Rio Grande do Norte a partir de 2027. O partido governa o estado desde 2019, quando Fátima Bezerra assumiu o primeiro mandato. Reeleita em 2022, ela concluirá sua segunda gestão em dezembro de 2026.

O Rio Grande do Norte foi o único estado nordestino em que a disputa pelo governo chegou ao segundo turno. Na região, Jerônimo Rodrigues, na Bahia, Elmano de Freitas, no Ceará, e Rafael Fonteles, no Piauí, conquistaram a reeleição já na primeira etapa.

Por Guilherme Fernandes

Mais eleitores nas urnas, menos votos brancos e nulos e virada em mais de 200 cidades: a combinação que levou Lula à vitória histórica.

Foto: Rafael Peixoto/g1

A virada histórica que garantiu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um quarto mandato inédito foi resultado de uma combinação de fatores: mais eleitores nas urnas, menos votos brancos e nulos, crescimento da votação do petista em todos os estados e perda de votos de Flávio Bolsonaro (PL) em parte do país.

Lula saiu de uma desvantagem de 2,2 milhões de votos para Flávio Bolsonaro no primeiro turno, a menor desde a redemocratização, para uma vantagem de 4,4 milhões no segundo. Uma virada de 6,6 milhões de votos na diferença entre os candidatos.

Com 100% das seções apuradas, o presidente recebeu 64.256.232 votos, ou 51,79% dos válidos, contra 59.826.041 de Flávio, equivalente a 48,21%.

Para chegar à vitória, Lula conquistou 10,3 milhões de votos a mais entre os dois turnos, quase três vezes o crescimento de Flávio Bolsonaro, que ganhou 3,7 milhões. Do total de votos adicionais recebidos pelos dois candidatos, 73,6% foram para o petista.

O avanço de Lula foi maior do que a soma dos votos recebidos por todos os outros candidatos derrotados no 1º turno. Juntos, os demais concorrentes, incluindo Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), tiveram 9,3 milhões de votos, cerca de 1 milhão a menos do que o crescimento registrado pelo presidente.

Isso significa que, mesmo que todos os eleitores dos candidatos derrotados tivessem migrado para Lula, esses votos não seriam suficientes para explicar o aumento de sua votação.

A virada também passou pela mudança no comparecimento às urnas. A abstenção caiu de 21,08% no primeiro turno para 19,21% no segundo, atingindo a menor taxa em 20 anos. Com isso, 2,83 milhões de eleitores a mais participaram da votação.

Ao mesmo tempo, os votos brancos e nulos diminuíram de 5,98 milhões para 4,15 milhões, uma redução de 1,83 milhão.

Somados, o aumento do comparecimento e a queda de brancos e nulos acrescentaram aproximadamente 4,66 milhões de votos válidos à disputa. Esses movimentos, junto com os votos dos candidatos eliminados, compuseram o cenário que permitiu a Lula ampliar sua votação e ultrapassar Flávio.

Minas Gerais manteve a tradição de espelhar o resultado nacional e foi o único estado em que Lula conseguiu virar a disputa contra Flávio Bolsonaro no segundo turno. O petista venceu com 50,43% dos votos, ante 49,57% do adversário, que havia liderado no primeiro turno.

Lula também ampliou sua votação em todos os estados e no Distrito Federal entre os dois turnos. Os maiores ganhos em números absolutos ocorreram em São Paulo, onde Lula passou de 9.505.413 para 12.119.274 votos, um aumento de 2.613.861. Na sequência, aparecem Minas Gerais, com 1.162.163 votos a mais, e Rio de Janeiro, com um acréscimo de 872.372 votos.

A mudança também apareceu no mapa eleitoral. Lula virou o resultado em 211 cidades onde Flávio havia vencido no primeiro turno, incluindo a cidade do Rio de Janeiro. O senador conseguiu fazer o caminho inverso em apenas um município.

Foto: Arte/g1

A virada também se repetiu em 76 municípios mineiros, o maior número do país. Em seguida, aparecem as cidades de São Paulo (32), Paraná (20) e Rio Grande do Sul (19). Ao todo, municípios de 18 estados registraram inversões de resultado entre os dois turnos.

Enquanto Lula ampliou sua votação em todos os estados, Flávio terminou o segundo turno com menos votos em seis unidades da federação.

A virada de Lula foi impulsionada pela vitória em Minas Gerais, pela diminuição da vantagem de Flávio Bolsonaro em grandes colégios eleitorais do Sudeste e pelo crescimento da votação do petista no Nordeste, onde ampliou sua liderança. Na região, conquistou quase 3 milhões de votos adicionais, passando de 21,5 milhões para 24,5 milhões, um crescimento de 13,75%.

Foto: Reprodução/g1

O senador também perdeu eleitores em 939 municípios, mesmo com o crescimento de sua votação no total do país. Nessas cidades, Flávio recebeu 134.091 votos a menos do que no primeiro turno.

O Maranhão liderou o número de municípios em que o candidato do PL perdeu votos, com 171 cidades, seguido por Tocantins (115), Piauí (110), Rio Grande do Norte (78) e Pará (78).

Em números absolutos, a maior queda ocorreu em Macapá (AP), onde Flávio passou de 124.378 votos no primeiro turno para 120.593 no segundo, uma redução de 3.785 votos.

A combinação desses movimentos levou Lula à maior votação já registrada por um candidato à Presidência da República no Brasil. Os 64,2 milhões de votos superaram o recorde anterior, que também pertencia ao petista: 60,3 milhões na vitória sobre Jair Bolsonaro em 2022.

Lula também ampliou a vantagem obtida naquela eleição. Em 2022, venceu por 2,1 milhões de votos. Desta vez, a diferença chegou a 4,4 milhões.

Lula avança em 97% das cidades

O presidente melhorou o saldo de votos sobre Flávio Bolsonaro em 5.410 dos 5.570 municípios do Brasil entre o primeiro e o segundo turno, cerca de 97% do total.

As maiores mudanças a favor do petista aparecem no Sul e no Sudeste, sobretudo em São Paulo, no Paraná, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso do Sul, além do litoral do Nordeste, do Rio Grande do Norte a Alagoas. A tendência também é clara no Centro-Oeste e em toda a Região Norte.

Os 160 municípios onde Flávio ganhou terreno se concentram em uma área bem definida: o interior da Bahia, o norte de Minas Gerais e trechos do sertão de Pernambuco e do Piauí. São regiões em que Lula já tinha votações expressivas no primeiro turno, o que deixa pouca margem para novos avanços.

Foto: Dhara Pereira - Arte/g1

Comparecimento às urnas sobe em 87% das cidades

Mais eleitores foram às urnas no segundo turno do que no primeiro turno: o número de votantes subiu em 4.858 cidades, 87% do total.

A alta foi praticamente uniforme no Sul, no Sudeste, no Centro-Oeste e no litoral nordestino, justamente onde estão algumas das maiores variações a favor de Lula.

As quedas no comparecimento ficaram concentradas na Região Norte, especialmente no Acre, no Amazonas, em Roraima e no Pará, e em uma faixa que atravessa o interior do Tocantins e do Maranhão. Mesmo nessas áreas, porém, o saldo do petista melhorou.


Foto: Dhara Pereira - Arte/g1

Flávio teve menos votos do que no 1º turno em 939 cidades

O candidato do PL teve menos votos em 939 cidades no segundo turno das eleições de 2026 em comparação com o primeiro turno. Somados, esses municípios registraram uma redução de 134.091 votos para o candidato entre os dois turnos.

Dados do TSE compilados pelo g1 mostram que o Maranhão concentra o maior número de municípios em que Flávio teve menos votos no segundo turno, com 171 cidades, seguido por Tocantins (115), Piauí (110), Rio Grande do Norte (78) e Pará (78).

A maior redução em números absolutos ocorreu em Macapá (AP). Flávio Bolsonaro passou de 124.378 votos no primeiro turno para 120.593 no segundo, uma queda de 3.785 votos.

O recorte das 939 cidades não significa que Flávio tenha perdido votos no país como um todo. No resultado nacional, o senador passou de 56.104.503 votos no primeiro turno para 59.826.041 no segundo turno, um crescimento de 3.721.538 votos, ou 6,63%.

Veja os 10 municípios em que Flávio Bolsonaro mais perdeu votos do primeiro para o segundo turno.

. Macapá (AP): -3.785

. Sena Madureira (AC): -2.292

. Tarauacá (AC): -2.135

. Cruzeiro do Sul (AC): -2.069

. Campos dos Goytacazes (RJ): -1.389

. Rorainópolis (RR): -1.389

. Manacapuru (AM): -1.354

. Marechal Thaumaturgo (AC): -1.352

. Santana (AP): -1.350

. Oriximiná (PA): -1.305

Nesse mesmo recorte de 939 municípios, Lula teve o movimento oposto: ganhou 486.898 votos entre os dois turnos e ampliou sua votação em 863 cidades, ou 91,9% do total.

Lula abriu a maior vantagem no Piauí, e Flávio, em Roraima

Lula abriu a maior vantagem sobre Flávio Bolsonaro no Piauí, já o senador superou o presidente com maior folga em Roraima, mostram dados do TSE.

No Piauí, Lula recebeu 75,88% dos votos válidos, contra 24,12% de Flávio. A diferença foi de 51,76 pontos percentuais, a maior registrada entre os candidatos em um estado.

Em Roraima, Flávio teve 72,46%, enquanto Lula recebeu 27,54%. A vantagem do candidato do PL foi de 44,92 pontos percentuais.

Fonte g1/Eleições 2026

Receita fácil: Aprenda a fazer picanha na air fryer.

Foto: Reprodução

A picanha na airfryer é prática, suculenta e cheia de sabor, ideal para quem quer uma carne bem preparada sem complicação. Com exterior dourado e interior macio, ela mantém toda a suculência da peça. Perfeita para uma refeição especial de forma rápida.

Ingredientes

. 2 bifes de picanha

. Azeite a gosto

. Sal grosso a gosto

Modo de preparo

Reúna todos os ingredientes;

Em uma tábua, regue os bifes de picanha com algumas gotas de azeite, em ambos os lados;

Em seguida, passe o sal grosso pela carne, também em ambos os lados;

Coloque a picanha na air fryer preaquecida a 200 ºC, por 6 a 10 minutos;

Após o tempo necessário, vire os bifes e asse por mais 6 a 10 minutos em 200 ºC;

Quando a air fryer desligar, retire os bifes e dê leves tapinhas neles, para tirar o excesso de sal. Está pronto! Sirva e aproveite.

Fonte Receitaria

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Congresso aprova lei de Zenaide priorizando no Bolsa Família mulheres vítimas de violência.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O Congresso Nacional aprovou projeto de lei (PL 3324/2023) da senadora Zenaide Maia (PSD-RN) que dá prioridade no programa federal de transferência de renda Bolsa Família a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar que estejam sob medida protetiva de urgência.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o texto de forma terminativa (decisão final) em agosto deste ano, sem modificar o conteúdo já anteriormente aprovado no Senado. No último dia 13, encerrou-se o prazo de recursos para levar a matéria à votação no plenário principal da Casa, composto por 513 deputados. Como não houve recursos nesse sentido, a proposta tramitou de forma conclusiva, já se encontra em fase final de redação na CCJ e, conforme a própria Câmara, está apta a ser enviada à sanção da Presidência da República a qualquer momento.

“Precisamos sempre reforçar as garantias na lei para defender mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e seus dependentes. A aprovação do projeto que apresentei nesse sentido mostra que o Congresso Nacional pode, sim, agir por quem precisa da ajuda do Estado para salvar a própria vida e ter como se sustentar saindo do mesmo teto que o agressor. Estamos dando resposta para um problema emergencial. É dever do poder público incluir as pessoas em vulnerabilidade no orçamento público e nas políticas de proteção social deste país”, sustenta Zenaide.

Parecer favorável

Segundo a proposta, que aperfeiçoa a lei que criou o Bolsa Família, as mulheres beneficiadas terão de cumprir os mesmos requisitos de ingresso no programa que os demais beneficiários. Relatora, a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) apresentou parecer pela constitucionalidade da proposição.

“A priorização de famílias de mulheres em situação de violência doméstica é compatível com a proteção à família e à assistência social; com a tutela reforçada a grupos vulneráveis; e com o dever estatal de enfrentar a violência doméstica”, afirmou a relatora.

Experiência em pronto-socorro

Zenaide apresentou o projeto após trabalhar por décadas em hospital público. No dia a dia, e sempre nos plantões de fim de semana, ela atendia e socorria mulheres gravemente feridas pelo companheiro, mas que desistiam de seu conselho para denunciá-lo porque não tinham nem teto para onde ir, nem condições financeiras para recomeçar a vida.

“A minha formação é em medicina e, antes de entrar para a política, trabalhei por muitos anos no Sistema Único de Saúde (SUS), em meu estado, o Rio Grande do Norte. Como médica, sempre desejei mudar a preocupante realidade que vivenciei durante todos, atendendo mulheres muito machucadas, precisando de sutura no corpo. O pagamento prioritário do Bolsa Família, lei que propus e o Congresso aprovou, não resolve tudo, mas é um começo e me deu essa oportunidade de ser voz para essas brasileiras que precisam do apoio do governo e de quem faz as leis”, salientou a parlamentar.

Objetivos

A proposta também inclui, entre os objetivos do Bolsa Família, a promoção do desenvolvimento e a proteção social das mulheres em situação de pobreza.

Atualmente, os objetivos do programa já incluem o desenvolvimento e a proteção social das famílias, especialmente das crianças, dos adolescentes e dos jovens em situação de pobreza.

Segundo o projeto, os objetivos do programa também serão alcançados por meio da articulação com as ações de enfrentamento da violência doméstica e familiar.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Falta de vereadores impede duas sessões e Câmara de Mossoró encerra semana sem trabalhos.

Foto: Reprodução

A Câmara Municipal de Mossoró encerrou a semana sem realizar nenhuma sessão ordinária, apesar de ter apenas dois dias de atividades legislativas previstos, terça-feira e quarta-feira. Nas duas ocasiões, a falta de quórum impediu o andamento dos trabalhos.

Na terça-feira (21), dos 21 vereadores da Casa, apenas quatro estavam presentes no plenário no momento do cancelamento: Marleide Cunha, Ozaniel Mesquita, Raério Cabeção e Wiginis do Gás.

O vereador Vladimir de Cabelo de Negro chegou a registrar presença no painel eletrônico, mas não estava no plenário no momento em que a sessão foi encerrada. Já o vereador Cabo Deyvison estava realizando uma fiscalização e chegou logo depois, quando o presidente em exercício já havia declarado a sessão prejudicada.

Na quarta-feira (22), a situação se repetiu. Estavam presentes no plenário os vereadores Cabo Deyvison, Marleide Cunha, Ozaniel Mesquita, Petras Vinícius, Plúvia Oliveira e Wiginis do Gás.

O vereador Dr. Cubano também havia registrado presença no painel eletrônico, mas não se encontrava no plenário durante a verificação do quórum. A ausência de parlamentares em número suficiente levou ao cancelamento de mais uma sessão.

Sem atividades legislativas

Com os dois cancelamentos consecutivos, a Câmara Municipal de Mossoró terminou a semana sem realizar nenhuma sessão ordinária, deixando de promover os debates e as votações previstos para o período.

Por Guilherme Fernandes

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Do Bolsa Família à maioridade penal: veja o que Flávio Bolsonaro e Lula mudaram em seus discursos.

Os candidatos à Presidência da República Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) mudaram de posição sobre temas que vão de programas sociais à segurança pública. As mudanças de discurso e posicionamento podem ser identificadas em entrevistas, debates, publicações nas redes sociais e decisões tomadas ao longo de suas trajetórias políticas, inclusive durante a campanha eleitoral de 2026.

Entre os exemplos estão as críticas de Flávio ao Bolsa Família em publicações apagadas do X. Na campanha deste ano, o senador passou a defender o programa. Lula, por sua vez, criticou em 2015 a possibilidade de adolescentes serem presos. No segundo turno de 2026, passou a defender a redução da maioridade penal para crimes hediondos.

As mudanças também incluem o apoio de Flávio ao fim da escala 6x1 durante a campanha e a posição do governo Lula sobre a chamada "taxa das blusinhas", adotada em 2024 e alvo de uma iniciativa para revogá-la em 2026.

Foto: Globo/ Manoella Mello

Em alguns casos, os próprios presidenciáveis reconheceram que mudaram de opinião. Em outros, as diferenças aparecem na comparação entre declarações antigas e recentes ou entre decisões adotadas em momentos diferentes.

Veja a seguir o que cada um disse e como suas posições mudaram:

Flávio Bolsonaro: Bolsa Família

O senador brasileiro e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e Maria do Carmo, candidata ao governo do Amazonas pelo Partido Liberal (PL), participam de um comício antes do segundo turno das eleições presidenciais, em Manaus, Brasil, em 19 de outubro de 2026 — Foto: REUTERS/Suamy Beydoun

O senador brasileiro e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e Maria do Carmo, candidata ao governo do Amazonas pelo Partido Liberal (PL), participam de um comício antes do segundo turno das eleições presidenciais, em Manaus, Brasil, em 19 de outubro de 2026 — Foto: REUTERS/Suamy Beydoun

O senador Flávio Bolsonaro criticava o Bolsa Família em publicações apagadas do X (antigo Twitter) feitas entre 2011 e 2013. Nos posts, associava o programa a práticas de clientelismo eleitoral, à dependência dos beneficiários e a estratégias de manutenção do apoio ao PT.

Em agosto de 2011, ao comentar um reajuste do Bolsa Família, escreveu: "Financiamento púb de campanha do pt!". Em junho de 2013, afirmou que "o PT perpetua a pobreza com o 'bolsa-farelo'".

Em outra publicação, de 2014, ironizou os beneficiários do programa ao escrever:

"#ComissãoDaVerdadeDescobre que dinheiro cai do céu e ninguém precisa trabalhar dobrado para manter quem vive de bolsa família".

Na campanha presidencial de 2026, Flávio passou a defender a manutenção do Bolsa Família e afirmou que, se eleito, manterá o benefício pago a famílias de baixa renda.

Em discurso durante o Fórum Rumos do Brasil, promovido pela revista Veja em junho, em São Paulo, Flávio classificou o Bolsa Família como um direito adquirido e defendeu a manutenção do benefício.

"Esse programa virou um direito adquirido do povo brasileiro. Ninguém tem o direito de tocar ou de acabar com esse programa. Qualquer país do mundo tem um programa para pessoas de baixa renda que têm dificuldade alimentar", afirmou o senador, em 15 de junho de 2026, durante o Fórum Rumos do Brasil, promovido pela revista Veja, em São Paulo.

O assunto voltou ao centro da campanha depois que a equipe econômica de Flávio apresentou uma proposta para ampliar a regra de transição do programa, permitindo que beneficiários continuem recebendo parte do auxílio depois de conseguir emprego formal ou abrir um negócio.

Em vídeo publicado nas redes sociais na segunda-feira (19), Flávio negou que pretenda acabar ou reduzir o Bolsa Família e afirmou que o benefício está garantido.

"É óbvio que isso não vai acontecer. É óbvio que isso é mentira. Você que recebe o Bolsa Família fica tranquilo, o seu benefício está garantido, porque eu vou cuidar de você", afirmou.

O senador explicou que pretende permitir que beneficiários continuem recebendo o auxílio por até dois anos após conseguirem um emprego formal ou abrirem uma empresa.

Lula: Maioridade penal

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à reeleição, discursa durante um comício de campanha antes do segundo turno das eleições presidenciais, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, em 19 de outubro de 2026 — Foto: REUTERS/Diego Vara

O presidente Lula (PT) mudou uma posição histórica sobre a redução da maioridade penal, passando a defender a responsabilização criminal a partir dos 16 anos em casos de crimes hediondos.

Durante anos, o petista se manifestou contra propostas para reduzir a idade de responsabilização penal no Brasil, atualmente fixada em 18 anos.

Em fevereiro de 2007, depois do assassinato do menino João Hélio, no Rio de Janeiro, Lula se posicionou contra a medida e afirmou que diminuir a maioridade penal não resolveria o problema da violência.

"Isso não resolve o problema", declarou, durante evento em Salvador.

Oito anos depois, em maio de 2015, durante ato da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Paulo, voltou a criticar propostas de redução.

"Parte da elite conservadora acha que vai resolver o problema colocando moleque de 15 anos na cadeia", afirmou.

A posição mudou durante a campanha presidencial de 2026.

Em 15 de outubro, durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, Lula passou a defender a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos.

"Todo e qualquer crime hediondo, eu sou favorável a diminuir a maioridade", declarou.

Quatro dias depois, em 19 de outubro, Lula reconheceu que mudou de opinião durante entrevista ao SBT.

"Temos que ter a capacidade de mudar de opinião quando nós somos convencidos de que é importante", afirmou.

A defesa de Lula pela redução da maioridade penal, no entanto, se limita aos casos de crimes hediondos, sem incluir os demais delitos cometidos por adolescentes.

Flávio Bolsonaro: Fim da escala 6x1

Flávio Bolsonaro mudou sua posição sobre o fim da escala de trabalho 6x1, na qual o trabalhador tem seis dias de expediente para um de descanso.

Durante a campanha presidencial, o senador defendeu uma proposta alternativa à redução da jornada sem diminuição de salário. O modelo defendido por ele previa maior flexibilidade nos contratos, inclusive com a possibilidade de pagamento por hora trabalhada.

Em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record, em 30 de agosto de 2026, afirmou:

"A gente vai defender a liberdade de você, trabalhador, escolher qual é a sua escala de trabalho".

Na ocasião, evitou dizer se votaria favoravelmente ao projeto defendido pelo governo Lula.

Em setembro, voltou a defender a votação de sua proposta alternativa antes de uma decisão sobre o fim da escala 6x1.

A posição mudou na reta final da campanha. Em outubro, Flávio decidiu votar favoravelmente à proposta que acabava com a jornada de seis dias de trabalho para um de descanso.

Durante o debate presidencial da Band, realizado em 18 de outubro, o candidato reconheceu que havia mudado de opinião.

"Eu sou uma pessoa que sei ouvir, eu sei escutar, eu sou uma pessoa que, se for convencida, posso melhorar a minha opinião, se isso for melhor também para os cidadãos brasileiros", afirmou.

Flávio também disse que decidiu apoiar a proposta depois de ouvir trabalhadores durante a campanha.

"Eu rodei esse Brasil inteiro, eu ouvi você, trabalhador, eu ouvi de você que queria ter esse direito a mais um dia de folga, por isso eu votei a favor", declarou.

Lula: Taxa das blusinhas

O governo Lula mudou sua posição sobre a cobrança de impostos federais em compras internacionais de até US$ 50, conhecida como "taxa das blusinhas".

Em 2023, o governo defendia a tributação de produtos importados como forma de proteger o comércio e a indústria nacional da concorrência considerada desleal.

Em entrevista ao Brasil 247, em 21 de março daquele ano, Lula criticou o crescimento da importação de produtos que não pagavam impostos no Brasil.

"Assim não dá para viver", afirmou o presidente, ao argumentar que a ausência de tributação sobre mercadorias estrangeiras prejudicava a economia brasileira.

Em 2024, o governo sancionou a legislação que instituiu a cobrança federal de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.

O posicionamento mudou em 2026, quando Lula passou a defender o fim da cobrança. Em 14 de abril, durante entrevista aos sites Brasil 247, Revista Fórum e Diário do Centro do Mundo (DCM), o presidente afirmou que considerava a medida desnecessária.

"Eu achava desnecessária a taxa das blusinhas. São compras muito pequenas, as pessoas de baixo poder aquisitivo é que compravam aquilo. Sei do prejuízo que isso trouxe para nós", declarou.

Em 12 de maio, Lula editou uma medida provisória para zerar o imposto federal nessa faixa de valor.

Durante entrevista ao Domingo Espetacular, da Record, exibida em 23 de agosto, Lula voltou a defender o fim da cobrança e afirmou que a medida seria "para o bem das pessoas que gostam de comprar coisinha pouca por US$ 50".

Três dias depois, durante negociação com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), Lula voltou a justificar a revogação do imposto.

"Porque é uma questão de justiça", afirmou, em 26 de agosto.

Em 10 de setembro, o presidente sancionou a lei que extinguiu definitivamente a cobrança federal sobre compras internacionais de até US$ 50.

A mudança também ocorreu em meio ao desgaste político provocado pelo imposto. Pesquisa AtlasIntel divulgada em março de 2026 mostrou que 62% dos entrevistados consideravam a criação da taxa o maior erro do governo Lula.

O argumento de Lula para justificar o fim da cobrança passou a enfatizar os consumidores de menor renda, em contraste com a posição anteriormente defendida pelo governo, que associava a tributação à proteção da indústria nacional.

A mudança, entretanto, envolve tanto o discurso presidencial quanto uma decisão do governo. A declaração de Lula em 2023 tratava da tributação de importados em geral, enquanto a medida revogada em 2026 dizia respeito especificamente às compras internacionais de até US$ 50.

Fonte g1/Eleições 2026

Mossoró deverá ganhar delegacia especializada no combate a facções criminosas.

Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte está organizando a implantação da Delegacia Especializada em Repressão a Facções Criminosas (DEFAC) em Mossoró. A nova unidade deverá reforçar as investigações e as ações de enfrentamento à criminalidade no município.

Inicialmente, a delegacia poderá funcionar no prédio onde operava a Delegacia de Plantão, no bairro Alto de São Manoel. Posteriormente, a previsão é transferir a estrutura para o Complexo de Delegacias Especializadas, no bairro Aeroporto. A definição do endereço, no entanto, ainda está em análise.

Em entrevista, a delegada-geral da Polícia Civil, Ana Cláudia Saraiva Gomes, explicou que a criação da DEFAC integra o planejamento estratégico da instituição, voltado ao fortalecimento das investigações e ao combate ao crime.

Reforço na estrutura policial

Além da futura delegacia de combate às facções, a Polícia Civil ampliou a estrutura investigativa em Mossoró com a criação de mais duas Delegacias de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPPs), além da implantação do Núcleo de Investigação de Morte Violenta e do Núcleo de Investigação Qualificada.

Segundo Ana Cláudia, a instalação da DEFAC no Complexo de Delegacias Especializadas dependerá de uma avaliação do espaço disponível após a transferência das 14 unidades policiais previstas para funcionar no local.

Por Guilherme Fernandes

Riquezas brasileiras em foco: Zenaide defende soberania nacional sobre minerais críticos.


A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) votou a favor da nova lei de proteção de minerais críticos do Brasil, alvo de outros países interessados em controlar a exploração desses insumos – que são valiosos para áreas como tecnologia e fartamente disponíveis no solo brasileiro.

“A soberania do Brasil sobre seus minerais críticos é inegociável: nossa riqueza estratégica deve ser o motor do desenvolvimento nacional e da transição para uma economia mais sustentável e socialmente justa, e não um espólio para a cobiça estrangeira. Já se foi o tempo em que o Brasil era uma colônia explorada: somos uma potência que precisa e pode converter suas próprias riquezas em crescimento em favor da equidade social, de empregos, de combate às desigualdades”, afirmou a parlamentar.

O Senado aprovou, em 2 de setembro, a criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, transformada na lei nº 15.506 de 16/09/2026. Oriunda do projeto (PL) 2.780/2024, a norma prevê investimentos de até R$ 7 bilhões por meio de incentivos governamentais a projetos de processamento e transformação dos minerais – chamados popularmente de terras-raras.

O Brasil é um dos países com maiores reservas de vários desses minerais. Os minerais críticos e estratégicos são essenciais para projetos de transição energética e de tecnologias de ponta, como painéis solares, smartphones, notebooks e carros elétricos. Também são importantes para a indústria militar.

Entre outras medidas, a política prevê a criação do Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM), com aporte de R$ 2 bilhões da União para atividades vinculadas à produção de minerais críticos e estratégicos. Também está previsto investimento de R$ 5 bilhões para beneficiamento e transformação desses minerais dentro do território nacional.

Reservas brasileiras

A política de minerais críticos e estratégicos tem foco no processamento no território nacional, rastreabilidade, inovação e controle estatal.

O texto define “minerais críticos” como aqueles cuja disponibilidade está em risco devido a limitações na cadeia de suprimento, e cuja escassez poderia afetar setores prioritários da economia nacional, como transição energética, segurança alimentar e soberania nacional.

Já os “minerais estratégicos” são aqueles que têm importância para o Brasil em razão de o país ter reservas significativas essenciais para a balança comercial e para o desenvolvimento tecnológico com redução de emissões de gases do efeito estufa.

Por seis anos, as empresas ligadas à mineração (pesquisa e lavra), beneficiamento e transformação de minerais críticos e estratégicos deverão direcionar 0,2% de sua receita operacional bruta ao fundo garantidor. Outra parte, de 0,3%, será direcionada pela empresa a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica relacionados a pesquisa, lavra, beneficiamento e transformação dos minerais.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Após três mortes em menos de um ano, moradores bloqueiam BR-110 em Mossoró.


Moradores da comunidade do Piquiri, na zona rural de Mossoró, bloquearam o tráfego de veículos na BR-110 na manhã desta segunda-feira (19). O protesto cobra a instalação de lombadas eletrônicas ou de outros dispositivos para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança no trecho.

Segundo a comunidade, três acidentes com mortes foram registrados na região em menos de um ano, o que reforça a preocupação dos moradores com os riscos enfrentados por quem trafega pela rodovia.

DNIT promete avaliar o trecho

No final de setembro, representantes da comunidade estiveram na Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Mossoró, para entregar um ofício com as reivindicações. Na ocasião, eles alertaram que realizariam um protesto caso não obtivessem resposta.

Procurado pela equipe de jornalismo da TCM, o DNIT informou, por meio de nota, que realiza avaliações nas rodovias federais sob sua administração para identificar situações que exijam intervenções voltadas à segurança viária.

Sobre a instalação de equipamentos de fiscalização eletrônica, o órgão explicou que a escolha dos locais depende de estudos técnicos para verificar a necessidade e a viabilidade da medida, conforme os critérios estabelecidos na Instrução Normativa nº 43/2021.

A autarquia acrescentou que sua equipe técnica analisará especificamente o trecho da BR-110 na comunidade do Piquiri, considerando as condições locais e as normas vigentes, para avaliar a possibilidade de instalar equipamentos de controle ou redução de velocidade.

Por Guilherme Fernandes

Oposição conquista Mesa Diretora da Câmara de Caraúbas por unanimidade após ausência de vereadores governistas.

Foto: Redes sociais

A Câmara Municipal de Caraúbas definiu, nesta segunda-feira (19), a composição da Mesa Diretora para o biênio 2027-2028. A chapa liderada pela oposição foi eleita com seis votos favoráveis, em uma sessão marcada pela ausência dos cinco vereadores da base governista, incluindo os integrantes da chapa concorrente.

A votação foi conduzida pelo vereador Elionaldo Benevides (PP), que ocupava a primeira secretaria da Casa, diante da ausência do presidente Artur Barreto (PP) e do vice-presidente.

Oposição passa a controlar a maioria da Casa

A eleição foi resultado de uma mudança na composição das forças políticas do Legislativo municipal nos dias que antecederam o pleito. Inicialmente, a expectativa era de que Artur Barreto disputasse a reeleição em chapa única.

Entretanto, os vereadores Elionaldo Benevides e Denys de Morais deixaram a base de apoio ao prefeito Givago Barreto e se uniram à oposição, que passou a reunir seis dos 11 parlamentares da Câmara, garantindo maioria na Casa.

Com a ausência dos cinco vereadores governistas, os seis parlamentares oposicionistas participaram da sessão e aprovaram, por unanimidade, a nova composição da Mesa Diretora.

Composição eleita

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Caraúbas para o biênio 2027-2028 ficou definida da seguinte forma:

Presidente: Elionaldo Benevides (PP);

Vice-presidente: Denys de Morais (PP);

1º secretário: João Gomes (MDB);

2ª secretária: Francisca Leite, conhecida como Titica (MDB).

A chapa governista tinha Artur Barreto (PP) como candidato à presidência, Valquíria Pereira (PP) para a vice-presidência, Paulo Brasil (PP) para a primeira secretaria e Vanusa Cavalcante (PP) para a segunda secretaria.

Após assumir a condução dos trabalhos como presidente eleito, Elionaldo Benevides destacou a independência do Legislativo em relação ao Executivo municipal.

“O Poder Legislativo não é extensão da Prefeitura, o Poder Legislativo é do povo. Caraúbas não tem dono”, declarou.

Por Guilherme Fernandes