quinta-feira, 9 de julho de 2026

Diocese de Santa Luzia anuncia padre Possidio Lopes como novo Vigário Geral após renúncia de padre Flávio.

Foto: Redes sociais

A Diocese de Santa Luzia comunicou a acolhida do Bispo Diocesano ao pedido de renúncia do Revmo. Pe. Flávio Augusto Forte Melo à função de Vigário Geral, apresentado em carta no dia 02 de março de 2026. A solicitação partiu do desejo do sacerdote de se dedicar mais intensamente ao seu ministério como pároco da Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em Pau dos Ferros. 

A Igreja diocesana manifestou gratidão pelo serviço prestado com zelo, espírito de comunhão e dedicação ao longo do tempo em que Padre Flávio exerceu o ofício de Vigário Geral, colaborando de modo próximo com o Bispo no governo pastoral.

Na mesma ocasião, Dom Francisco de Sales nomeou o Revmo. Pe. Possidio Lopes para a função de Vigário Geral. Ele exercerá o cargo em conjunto com o Pe. Antoniel, na colaboração direta com o ministério episcopal e no serviço à missão pastoral em nossa Igreja Particular.

Rezemos por estes sacerdotes, agradecendo a Deus pelo generoso testemunho de disponibilidade. Supliquemos que o Espírito Santo guie a caminhada e a missão de nossa Diocese, fortalecendo-nos na comunhão, na sinodalidade e na viva esperança.

Suyane Varela: 'Precisamos dessa representatividade, principalmente nós, mulheres'.

Foto: Reprodução

Um rosto novo, ainda desconhecido do grande público, começa a se apresentar como opção para representar Mossoró na Câmara dos Deputados. Suyane Thainara Varela de Medeiros, filiada ao partido Novo, acredita ser possível surpreender no pleito deste ano a partir de uma pauta que os políticos tradicionais não costumam visitar: a defesa das mães solo.

Formada em contabilidade e acadêmica em gestão pública, Suyane Varela afirma que tem trabalho em projetos sociais que sustentam a sua postulação. A luta em defesa das mães solo, segundo ela, é uma bandeira importante, que pouco ou nunca aparece no debate eleitoral.

“No Rio Grande do Norte, segundo os dados mais recentes, somos o terceiro estado com maior proporção de famílias chefiadas por mães solo”, revela Suyane durante o Cafezinho com César Santos.

Suyane Varela, apesar de colocar o seu nome pela primeira vez como candidata, já trabalha nos bastidores da política há uma década. Ela também fez parte das gestões de Cláudia Regina e de Silveira Júnior, ocupando cargos técnicos.

Confira a entrevista:

Esta é a sua primeira disputa eleitoral como candidata à deputada federal. A senhora ainda é desconhecida do grande público. De que forma e quando nasceu esse projeto político-eleitoral?

Na realidade, é um projeto que vem de muito tempo. Nós já desenvolvemos um trabalho dentro das comunidades, não somos desconhecidas nessas áreas, e, além disso, nós sempre estivemos nos bastidores da política. A minha postulação é um projeto silencioso, que já era reconhecido por muitas pessoas. Agora chegou o momento de torná-lo público e de apresentar esse trabalho de forma mais ampla em Mossoró e em todo o Rio Grande do Norte.

Mossoró deixou de ter um representante em Brasília a partir de 2023, quando o ex-deputado Beto Rosado concluiu o seu mandato. Depois de sete décadas, a cidade ficou sem um representante legítimo na Câmara Federal. De certa forma, isso abre um espaço que pode impulsionar a sua candidatura como representante legítima de Mossoró?

Sim. Eu sempre digo que precisamos dessa representatividade, principalmente nós, mulheres. Hoje, Mossoró está sem alguém que lute por políticas públicas e por leis importantes para a nossa população. Há espaço importante que nós pretendemos ocupar. O desafio é grande, é uma missão desafiadora, mas precisamos de alguém que fale por nós. Mossoró é o segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte e não tem ninguém que represente a cidade em Brasília, alguém que conheça as nossas dores e a nossa realidade. Acho que já está na hora de mudar isso.

Na sua avaliação, quais são os setores mais prejudicados com essa ausência de representatividade de Mossoró em Brasília?

Tenho caminhado muito por Mossoró e pela região Oeste, conversando com as pessoas e ouvindo os lamentos. O que mais escuto são reclamações relacionadas à Segurança Pública e à Educação. As pessoas sentem falta de representantes que olhem com mais atenção para essas duas áreas. São áreas sensíveis, que dependem de políticas públicas. Sem ter representantes que trabalham com essa responsabilidade, a população sofre com as consequências.

Além da defesa dos interesses de Mossoró, qual será a principal pauta da sua candidatura?

Eu digo que é uma pauta inédita. Acredito que nunca foi uma pauta realmente discutida e defendida, que é a causa das mães solo. Quero dar voz e vez a essas mulheres. Vou defender as mães solo empreendedoras, que são chefes de família, donas de casa e também as mães atípicas. Hoje, o Brasil tem cerca de 11 milhões de mães solo responsáveis pelo sustento de suas famílias. No Rio Grande do Norte, segundo os dados mais recentes, somos o terceiro estado com maior proporção de famílias chefiadas por mães solo. Quero ser a voz dessas mulheres.

A senhora tem um diagnóstico sobre essa realidade enfrentada pelas mães solo?

Sim. E baseado nos dados trabalhamos em cima de projetos e levantamentos. Tenho conversado com muitas mães durante as visitas que faço em Mossoró e região. A principal necessidade relatada por elas é a falta de oportunidades e de creches em tempo integral. São mães solo qualificadas, com formação profissional, mas que não conseguem ingressar no mercado de trabalho porque não têm onde deixar os filhos. Acabam perdendo oportunidades por falta desse suporte. Além disso, essas mulheres vivem uma grande sobrecarga.

O Partido Novo não terá candidatura própria ao Governo do Estado nem ao Senado, e também não lançará chapa para deputado estadual. Essa ausência pode prejudicar a campanha dos candidatos à Câmara Federal?

Não. O Novo está chegando ao Rio Grande do Norte. É um projeto inovador que já possui uma presença muito maior nas regiões Sul e Sudeste. Estamos iniciando esse trabalho aqui. Temos uma parceria com o PL e caminharemos juntos durante a campanha eleitoral deste ano. Acredito que essa união será importante neste momento. Mais adiante, o projeto tende a crescer e ganhar ainda mais força no estado.

O Novo formou uma nominata com nove candidatos à Câmara Federal, muitos deles ainda sem densidade eleitoral e pouco conhecidos do público. O objetivo primordial dessa campanha seria buscar a consolidação do partido no Rio Grande do Norte?

O Novo foi um dos partidos que mais me surpreendeu pela organização. É um partido muito organizado e que oferece oportunidade para pessoas comuns disputarem eleições, apresentarem ideias e defenderem suas causas. Aqui no Rio Grande do Norte conseguimos montar uma nominata com pessoas muito interessantes. Elas ainda não são conhecidas no meio político como ocorre em outros partidos, mas desenvolvem um excelente trabalho nas comunidades e nas áreas urbanas. Temos advogados, médicos, pessoas com experiência política e suplentes de vereador. A nominata está organizada. Ainda temos uma estrutura pequena, mas acredito muito nesse projeto e penso que, em 2028, o Novo estará consolidado e ainda mais fortalecido no estado.

Dentro das projeções para esta eleição, a senhora acredita que o Novo pode surpreender?

Acho que sim. Embora muitos dos nossos candidatos ainda não sejam conhecidos politicamente, temos pessoas que podem surpreender. Eu acredito nisso. Costumo dizer que, se ninguém acredita, eu acredito sozinha. Temos metas para cumprir nesta campanha e também estamos construindo um projeto pensando em 2028. Tenho certeza de que o Novo ainda vai surpreender. Temos pessoas muito capacitadas.

A decisão de caminhar ao lado do PL no Rio Grande do Norte foi construída pela direção estadual ou veio de Brasília?

Na verdade, veio de Brasília. O Novo é um partido de direita — eu costumo dizer que é até mais de direita do que a própria direita. O partido tem propostas muito claras, especialmente na defesa da redução de impostos. Houve reuniões e conversas com Rogério e Renato, e todos entenderam que esse era o melhor caminho para seguirmos juntos.

O pré-candidato a deputado federal Kelps Lima tem afirmado, em diversas entrevistas, que a bancada federal do Rio Grande do Norte é irrelevante. Na sua avaliação, essa crítica corresponde à realidade?

Não podemos generalizar, portanto, não concordo com essa avaliação. Pode até existir casos isolados, mas temos parlamentares que desenvolvem um bom trabalho. Então, eu não faria uma avaliação do conjunto da bancada dessa forma. Há exceções e há, por outro lado, parlamentares que desempenham um trabalho relevante.

Por César Santos/De Fato

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Em audiência nos EUA, Flávio diz que este momento é o 'pior possível' para novas tarifas.

Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, discursou em audiência pública nos Estados Unidos nesta terça-feira (7) sobre o novo tarifaço.

Ele estava acompanhado do irmão, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro — que mora nos Estados Unidos — e fez o pronunciamento em inglês.

"O Brasil realizará eleições presidenciais em outubro. Em apenas 90 dias, o cenário político do país mudará completamente, e impor agora uma tarifa, que seria difícil de reverter, recompensaria os responsáveis ??pelas ações em questão", disse.

O senador também mencionou que este é o "pior momento possível" para a aplicação da medida e defendeu o adiamento.

"Punir aqueles que já arcaram com as consequências seria o pior momento possível para agir. Respeitosamente, peço a este país: não imponha tarifas ao Brasil. Preserve o sucesso desta parceria, cancele-a e vamos negociar", prosseguiu.

- Em 15 de julho termina o prazo para os EUA decidirem se vão colocar em prática tarifas adicionais sobre produtos brasileiros.

-  A participação nas audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) é aberta aos interessados que se inscreverem — foi assim que Flávio Bolsonaro ganhou o espaço para falar no evento. A atuação dele é independente e não tem relação com o Itamaraty.

Em outro momento, Flávio ponderou que a imposição de novas tarifas não seria o caminho adequado para pressionar o Brasil e citou haver "grandes chances" de uma mudança no governo brasileiro em janeiro.

"Acho que vocês estão usando as tarifas (...) para atingir o objetivo que desejam. Se a intenção é pressionar o Brasil, esse não é o jeito correto de fazer isso. Essa não é a forma adequada. Existem instrumentos direcionados que podem ser usados contra indivíduos", justificou.

Resposta formal

O governo brasileiro já tinha apresentado neste mês uma resposta formal à conclusão da investigação dos Estados Unidos sobre a proposta do novo tarifaço.

Na época, governo americano acusou o Brasil de práticas "irrazoáveis" que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos.

Em documento enviado ao governo americano e assinado pelo chanceler Mauro Vieira, o Brasil argumentou que o USTR não comprovou que políticas brasileiras sejam discriminatórias ou criem barreiras ao comércio dos EUA.

- O USTR é o órgão responsável por formular e negociar a política comercial dos EUA. Ele conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas.

O Executivo também afirmou que críticas americanas ao PIX e a decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) não são questões comerciais, mas divergências sobre políticas internas brasileiras.

Segundo o Itamaraty, usar esses temas para justificar sanções comerciais ampliaria excessivamente o alcance da legislação americana usada na investigação.

Durante a audiência pública nesta manhã, Flávio Bolsonaro também falou sobre a corrupção, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e defendeu o PIX — sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central (BC).

"A corrupção é um dos maiores desafios enfrentados pelo povo brasileiro. Não há discordância quanto a isso. Mas a corrupção tem responsáveis identificáveis. Os quatro maiores escândalos de corrupção da história recente do Brasil — o esquema do Mensalão, o caso revelado pela Operação Lava Jato, a fraude envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), na qual o próprio filho do presidente Lula está entre os investigados", frisou.

O senador mencionou ainda os benefícios do PIX — que sempre atribui a gestão de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro — a empresas americanas.

"O sistema de pagamentos instantâneos do Brasil foi criado durante a administração [Jair] Bolsonaro. O PIX não é o problema; é uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao integrar milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — à economia formal. Além disso, continua beneficiando diretamente empresas americanas" prosseguiu.

Pouco antes do discurso, Flávio chegou a fazer uma publicação X dizendo que apresentaria uma defesa técnica diante da proposta de novas sanções dos EUA.

"Ao lado de Eduardo Bolsonaro, e a postos para fazer uma defesa técnica e que proteja todas as empresas brasileiras de um possível tarifaço. Nossa luta é pelo Brasil e por todos os brasileiros!", escreveu.

Participação em audiência

Flávio chegou ao segundo dia de audiência sobre o tarifaço nos EUA por volta das 11h — horário marcado para início das falas —, mas só começou a falar por volta das 11h45, pois havia uma ordem listada.

O senador enviou ao USTR um pedido de comparecimento e um resumo do depoimento que pretendia fazer.

Nos documentos, Flávio pediu cinco minutos para falar, tempo padrão para participação no evento, e informou que se pronunciaria em inglês e presencialmente.

O político se apresentou como integrante do Senado Federal do Brasil e pré-candidato à Presidência da República. Relatou ter se reunido pessoalmente com o presidente norte-americano Donald Trump para tratar dos temas da investigação. A atuação dele é independente e não tem relação com o Itamaraty.

Já o governo federal não mandou representantes para falar pelo Executivo nas audiências, mas enviou observadores.

O entendimento do governo brasileiro é que este espaço, das audiências públicas, não é o adequado para negociação real, e sim, as conversas técnicas e de alto nível que têm havido nas últimas semanas e que estão programadas para os próximos dias.

Representantes de áreas técnicas e do setor produtivo apresentaram seus argumentos no primeiro dia de exposições sobre o novo tarifaço.

A ausência de representantes do governo Lula entre os oradores foi alvo de críticas de Flávio Bolsonaro, que divulgou um vídeo após participar da audiência em Washington.

Na gravação enviada pela assessoria do senador, o pré-candidato do PL diz que foi aos EUA defender os interesses brasileiros, enquanto Lula defende "interesses de bandidos brasileiros".

"É impressionante como é que tinha todo mundo lá: os defensores das empresas, dos produtos brasileiros, advogados, empresários, mas não tinha ninguém, nenhumzinho do governo Lula escalado para fazer a defesa numa espécie de tribunal, que é quem vai sugerir ou não que as tarifas sejam aplicadas ao presidente dos Estados Unidos, ele é que vai tomar a decisão dele política no final", disse Flávio no vídeo.

Fonte Jornal De Fato

Cabo Deyvison retorna à Câmara de Mossoró 22 dias após atentado: “Voltei duas vezes mais forte”.

O vereador Cabo Deyvison (PL) retornou, nesta quarta-feira (7), aos trabalhos legislativos na Câmara Municipal de Mossoró. Ele estava afastado havia 22 dias após o atentado a tiros sofrido na noite de 15 de junho, que vitimou o assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais, em frente à UPA do bairro Alto de São Manoel.

O parlamentar chegou ao prédio do Legislativo com segurança reforçada e foi recebido por diversos apoiadores. Ainda em processo de cicatrização dos ferimentos provocados pelos disparos de arma de fogo nas pernas, Cabo Deyvison falou no plenário, agradeceu o apoio dos colegas, das forças de segurança e dos profissionais de saúde e reiterou que seguirá com o mesmo trabalho, apesar do ataque sofrido.

“O sentimento é de gratidão, primeiramente à Deus, e a todos que se envolveram na ação integrada. Também agradeço de forma especial ao povo de Mossoró que orou pela minha saúde, minha vida. Esse povo esteve hoje me esperando na porta da Casa. Eu voltei duas vezes mais forte, corajoso, com o povo ao lado e com Deus no coração. Não tem facção, grupo terrorista e sistema que irá nos calar. Continuarei trabalhando. Nós voltamos”, afirmou em entrevista ao Jornalismo TCM.

Foto:  Cláudio Júnior/CMM

Após o atentado sofrido pelo vereador, o plenário da Câmara Municipal de Mossoró autorizou a criação de uma Comissão Temporária de Representação para acompanhar as investigações do caso, ocorrido durante o exercício da atividade parlamentar. O requerimento foi proposto pelo vereador Jailson Nogueira (PL).

Até o momento, três suspeitos de participação direta no ataque ao vereador e na morte do assessor foram presos. A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para esclarecer completamente a dinâmica do crime, identificar possíveis coautores e mandantes, além de responsabilizar todos os envolvidos.

Com voto de Zenaide, Senado pune remédios falsificados, barra ultraprocessados em escolas e aprova apoio a idosos.

Foto: Andressa Anholete

Com voto favorável da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), o Senado aprovou de forma definitiva ou fez avançar na Casa, nas últimas semanas, legislações para restringir alimentos ultraprocessados em escolas; punir com mais rigor a falsificação de medicamentos contra o câncer; estimular o acesso de idosos a tecnologias para estimulação cognitiva; e fiscalizar decisões sobre direitos humanos. 

"Sou médica do serviço público e conecto essa vivência diretamente às pautas de saúde e de assistência social. Prevenir e reprimir crimes cruéis como falsificar remédios é obrigação dos agentes públicos, assim como a defesa dos idosos, que são um grupo vulnerável da população e para o qual apresentei um projeto de lei criando nos municípios o Conselho Tutelar da Pessoa Idosa. Nosso papel é defender e ampliar os direitos das pessoas à vida, à dignidade, aos serviços públicos essenciais", assinala Zenaide. 

Confira os projetos aprovados: 

Ultraprocessados em escolas

A Comissão de Educação (CE) do Senado aprovou projeto que proíbe a publicidade e a venda, nas escolas, de alimentos ultraprocessados ou com altos teores de calorias, gorduras, açúcar e sal. 

Além das restrições aos ultraprocessados, o PL 4.501/2020 determina que as cantinas ofereçam diariamente pelo menos uma opção de lanche saudável, valorizando a cultura alimentar local. A proposta será analisada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Zenaide, inclusive, apresentou emendas à reforma tributária para taxar alimentos que fazem mal à saúde. 

Idosos

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, na última quarta-feira (1º), projeto que amplia o acesso de pessoas idosas a tecnologias voltadas à preservação da saúde mental e cognitiva, como serviços de saúde por meio do teleatendimento e do monitoramento remoto. A proposta busca estimular as funções cognitivas e promover o envelhecimento saudável.

Seguindo agora para análise da Comissão de Direitos Humanos (CDH), a iniciativa surge diante do acelerado envelhecimento populacional e do aumento da prevalência de condições como a doença de Alzheimer e de transtornos como a depressão. 

Além de ter ajudado a aprovar a lei da Política Nacional de Cuidados, Zenaide apresentou um projeto de lei criando nos municípios o Conselho Tutelar da Pessoa Idosa. Dados do Censo Demográfico de 2022 mostram que o Brasil tem cerca de 9,7 milhões de pessoas com 70 anos ou mais. Segundo projeções do IBGE, em 45 anos a população com mais de 60 anos deverá chegar a 75,3 milhões de pessoas, o equivalente a 37,8% do total do país.

Remédio falso

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, na última quarta-feira (1º), projeto que aumenta as penas para crimes de falsificação, adulteração, desvio e fraude envolvendo medicamentos oncológicos. A matéria segue agora para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

O PL 929/2026 aumenta em 50% a pena quando o medicamento falsificado for destinado ao tratamento de câncer. Atualmente, a falsificação de medicamentos é punida com reclusão de 10 a 15 anos. A mesma pena se aplica a quem importar, distribuir, comercializar, transportar, expuser à venda ou mantiver em depósito produto falsificado ou adulterado.

Além disso, o projeto cria um tipo penal específico chamado de peculato contra o Sistema Único de Saúde (SUS). 

Direitos humanos

Já virou lei a criação do Departamento de Monitoramento e Fiscalização das Decisões dos Sistemas Internacionais de Direitos Humanos (DDH) ligado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O novo órgão vai acompanhar o cumprimento, pelo Estado brasileiro, de sentenças, decisões e recomendações de organismos internacionais de direitos humanos. A Lei 15.434, de 2026, tem origem no PL 591/2026, aprovado pelo Senado em 27 de maio passado. 

Entre as atribuições, estão fiscalizar o cumprimento de parâmetros de direitos fundamentais pelo poder público e atuar para evitar novas condenações internacionais.

terça-feira, 7 de julho de 2026

Felipe Guerra e comunidades de Apodi e Caraúbas tem abastecimento de água interrompido.

Foto: Reprodução

O abastecimento de água em Felipe Guerra e nas comunidades rurais de Apodi e Caraúbas foi interrompido devido a problemas eletromecânicos nos poços PT-02 e PT-03, localizados em Felipe Guerra, responsáveis pelo fornecimento de água para essas localidades.

Nesta terça-feira (7), equipes técnicas da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) farão a montagem do motor do poço PT-03. A previsão é que, após a conclusão do serviço, o sistema seja religado e o abastecimento comece a ser retomado, inicialmente, em Felipe Guerra.

Na sequência, a água será direcionada às comunidades rurais de Apodi — São Lourenço, Pindoba I, Pindoba II e Carrilho — e de Caraúbas — Apanha Peixe, Fortuna e Moreno.

A Caern ressalta, no entanto, que o abastecimento de toda a região depende do funcionamento simultâneo dos dois poços para garantir a pressão necessária no sistema. Por isso, o fornecimento de água para essas comunidades permanecerá temporariamente reduzido até a conclusão da manutenção do poço PT-02.

Festa do Bode 2026 terá a 1ª exposição nacional da raça potiguar de ovelha Soinga.

Foto: Wison Moreno

A 26ª Festa do Bode, promovida pela Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Seadru), está nos preparativos finais para a edição deste ano que acontecerá de 13 a 16 de agosto, no Parque de Exposições Armando Buá. Entre as novidades está a realização da primeira exposição nacional de ovelhas da raça potiguar Soinga.

A Festa do Bode é uma exposição agropecuária e uma feira de negócios que agrega toda a cadeia produtiva. O evento reúne anualmente produtores e expositores de animais de diversas raças de caprino, ovino e bovino de vários estados do Brasil. Durante os quatro dias de festa são realizados torneio leiteiro, julgamento ranqueado, circuito peso pesado e melhor reprodutor. 

O secretário municipal de Agricultura, Faviano Moreira, reforça que a expectativa para a Festa do Bode deste ano é de um volume de negócios superior ao ano passado. “No ano passado, tivemos uma movimentação financeira em torno de 15 milhões de reais, estamos na expectativa de aumento de cerca de 10% desse valor. Chegando a algo em torno de R$ 16 milhões”, destacou.

Faviano adiantou que já existe a sinalização de uma maior participação de produtores para esta edição. “A Festa do Bode 2026 terá a Feira de Artesanato, Feira da Agricultura Familiar, Feira de Tratores e Implementos Agrícolas, a Vila do Empreendedor com estandes. E na parte gastronômica vamos ter o concurso ‘Bode Arretado’, com pratos à base de carne, além de mais de 30 shows musicais e apresentações culturais que vão do forró tradicional ao repente e o forró pé de serra”, acrescentou. 

Parceria

O secretário de Agricultura adiantou ainda que a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) vai estar presente com as capacitações. O Banco do Brasil e Banco do Nordeste também estarão presentes com as carretas no setor de oferta de crédito. “Vamos obter muito conhecimento, muita capacitação. Serão quatro dias, onde o agricultor vai estar nessa imersão com todas as áreas da cadeia produtiva para melhorar e fazer investimentos na sua produção”, concluiu Faviano Moreira.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Governo do Estado anuncia criação do Complexo Empresarial de Mossoró.

Foto: Reprodução

O Governo do Estado anunciou, nesta sexta-feira (3), na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Mossoró, a criação do Complexo Empresarial de Mossoró, que será implantado às margens da BR-304, em uma área de 11 hectares próxima à Itagrês.

O projeto prevê a disponibilização de uma área destinada à instalação de indústrias, centros de distribuição e outros empreendimentos estratégicos, ampliando a infraestrutura voltada ao setor produtivo e fortalecendo Mossoró e a região Oeste como um dos principais polos econômicos do Rio Grande do Norte.

“Mossoró tem um papel muito estratégico na economia do Rio Grande do Norte. É a terra do sal, onde temos a maior produção de sal marinho do Brasil; é a terra do petróleo, da fruticultura, do gás e tem um potencial extraordinário na área de energias renováveis. Então, este complexo representa um novo impulso ao desenvolvimento empresarial do nosso estado. São 11 hectares em uma área privilegiada, às margens da BR-304, e isso acontece ao mesmo tempo em que o Governo apresenta a melhor política de incentivos fiscais do Brasil”, destacou a governadora.

O complexo também deverá funcionar de forma integrada aos demais distritos empresariais estaduais, ampliando a capacidade do Rio Grande do Norte de atrair investimentos privados.

“O Governo vai conceder a área, e um dos requisitos é que as empresas se enquadrem no Proedi e também no programa de centros de distribuição. O terreno fica próximo à Itagrês. A Datanorte está fazendo a doação e, no projeto de lei que será encaminhado à Assembleia Legislativa, também ficará explicitado que outras áreas incorporadas e concedidas ao Governo poderão fazer parte do complexo, desde que atendam aos mesmos critérios”, detalhou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Sedec), Lahyre Rosado.

Alexandre de Moraes decide manter Bolsonaro em prisão domiciliar.

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (3) prorrogar o prazo da prisão domiciliar concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Bolsonaro continuará sob o monitoramento de tornozeleira eletrônica e só poderá receber visitas com autorização do ministro, que é relator do caso.

O ex-presidente também está proibido de usar celular e acessar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros, além de gravar vídeos para a internet. Agentes da Polícia Militar do Distrito Federal vão fazer a segurança da casa para evitar fuga.

No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária por 90 dias. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana.

O prazo de 90 dias começou a contar no dia 27 de março e terminou em 25 de maio.

Armas

Moraes também determinou a suspensão do porte de arma de Bolsonaro e a apreensão de dez pistolas e espingardas que estão registradas em nome do ex-presidente.

A defesa terá prazo de 48 horas para entregar o armamento à Polícia Federal (PF).

A decisão foi motivada pela repercussão do caso da apreensão de uma arma com um dos seus seguranças particulares.

Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal não ter indiciado o ex-presidente, por entender que a arma está legalizada e que Bolsonaro não cometeu nenhum crime, o ministro entendeu que as armas devem ser apreendidas.

"O descumprimento das regras da prisão domiciliar humanitária temporária ou de qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e ao retorno imediato ao regime fechado", ressaltou Moraes.

Falta grave

Moraes também reconheceu que Bolsonaro não cometeu falta grave relacionada com a apreensão da arma com seu segurança. A falta grave poderia permitir o retorno do ex-presidente para o presídio da Papudinha, em Brasília, em regime fechado.

"Inexistindo a prática de qualquer falta grave durante o período em que o custodiado encontra-se em prisão domiciliar humanitária, não permanecem presentes os fatores impeditivos indicados", argumentou.

Moraes não fixou um prazo para o término da prisão domiciliar.

Fonte Agência Brasil

Receita fácil: Aprenda a fazer uma deliciosa pizza de frigideira.

Foto: Tudo Gostoso

Descubra o segredo de uma pizza deliciosa sem precisar de forno! Essa incrível receita de pizza na frigideira é uma opção prática e rápida para saciar sua vontade de pizza a qualquer hora do dia. Experimente essa receita incrível!

Ingredientes

2 e 1/2 xícaras de farinha de trigo

1 colher de manteiga

1 colher pequena de sal

1 copo de leite morno

Modo de preparo

Misture tudo em uma travessa com as mãos.

Caso não encontre o ponto certo, adicione mais farinha até desgrudar a massa das mãos.

Separar 4 bolinhas de massa. Abra-as separadamente na frigideira.

Asse somente um lado até o ponto desejado.Vire a massa.

Desligue o fogo.

Coloque molho de tomate.

Cubra o molho com mussarela, rodelas de tomate e orégano.

Asse agora o outro lado.

Tampe para que o queijo derreta.

Fonte Tudo Gostoso