sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Toyota Corolla e dezenas de motos vão a leilão no RN com lances a partir de R$ 1 mil.

Foto: Detran-RN

O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN) realizará, na próxima terça-feira (20), a partir das 10h, um leilão online com 95 lotes de veículos e sucatas. Os lances já podem ser feitos pelo site da Lance Certo Leilões.

São 51 lotes de veículos recuperáveis, sendo nove carros e 42 motocicletas, além de 44 lotes de sucatas. Os lances iniciais começam em R$ 1 mil para alguns modelos de motos. Um Toyota Corolla tem lance inicial de R$ 20,2 mil.

Visitação e participação

Os interessados poderão vistoriar os veículos nesta sexta-feira (16) e na segunda-feira (19), das 8h às 16h, nos pátios de Caicó, Mossoró e São Gonçalo do Amarante. A avaliação é apenas visual, e os bens serão vendidos nas condições em que se encontram.

O leilão será realizado exclusivamente pela internet. Confira os lotes e as regras nos links abaixo:

Proprietários que desejam retirar veículos antes do leilão devem procurar a Comissão de Leilão do Detran-RN, em Natal, mediante agendamento prévio pelo Portal de Serviços do órgão.

Por Guilherme Fernandes

Zenaide Maia cobra mais investimentos na educação pública e valorização dos professores no Senado.


Em pronunciamento em sessão plenário do Senado nesta quinta-feira (15), Dia dos Professores, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) reafirmou seu histórico de atuação - defendido por longos anos no Parlamento - pela ampliação dos investimentos na educação pública e por melhores condições estruturais e de trabalho para professores e educadores.

"Professores, educadores, vocês merecem todos os aplausos e tudo o que se pensar de melhor para vocês, inclusive o financiamento da educação pública neste país. Porque a gente aprova muitas leis, mas a educação, assim como a saúde, também não está devidamente posicionada no Orçamento deste país. Os professores, por mais que tenham coragem e eduquem com o mínimo que têm, precisam de condições, de escolas de qualidade" declarou a parlamentar.

Com voto favorável de Zenaide, o Congresso aprovou este ano o novo Plano Nacional de Educação (PNE). Uma das inovações amplia os investimentos públicos em educação, atualmente estimados em 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB), para 7,5% em sete anos, chegando a 10% ao final do decênio. 

Bibliotecas e prevenção à violência

A parlamentar também votou a favor do Sistema Nacional de Educação (SNE). A proposta, chamada de SUS da Educação, aumenta a verba pública para o ensino no Rio Grande do Norte e em todo o país, além de objetivos como zerar o analfabetismo e equipar escolas. Como relatora, Zenaide também ajudou a aprovar a nova lei, já em vigor, criando o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE). A medida prevê recursos de acessibilidade inclusiva, conexão com internet nos espaços de biblioteca e treinamento de equipes. 

Aproveitando a passagem celebrativa do Dia dos Professores, a representante norte-rio-grandense no Senado destacou o papel transformador do ensino na formação cidadã e na prevenção estrutural da violência. Para a senadora, a segurança pública está diretamente conectada aos investimentos em sala de aula, visto que nações que reduziram a criminalidade e o encarceramento apostaram prioritariamente na instrução de excelência de crianças, adolescentes e jovens.

“A missão de educar vai muito além da transmissão de conteúdos: o docente guia valores, desperta aspirações e constrói o futuro da sociedade. É dever dos agentes políticos reforçar uma trajetória de luta por repasses à educação pública e valorização docente” complementou a senadora.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Fim da escala 6x1: veja o que muda na jornada de trabalho e quais categorias poderão manter escalas especiais.

Foto: Reprodução

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1, com ampliação do descanso semanal remunerado, foi aprovada pelo Senado Federal nesta quarta-feira (14). A matéria recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário nos dois turnos de votação. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a se posicionar contra o texto.

Após a aprovação nas duas Casas do Congresso Nacional, a proposta segue para promulgação, sem necessidade de sanção presidencial. As novas regras entrarão em vigor após a publicação da emenda, mas a redução da jornada será implementada de forma gradual.

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apontam que aproximadamente 14,8 milhões de trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) cumprem atualmente a escala 6x1 no Brasil.

A mudança prevê a garantia de dois dias de repouso remunerado por semana e a redução progressiva da jornada máxima de trabalho, sem diminuição salarial. Dois meses após a publicação da emenda, o limite semanal passará de 44 para 42 horas. Depois de mais um ano, será reduzido para 40 horas.

A proposta também abre espaço para regimes diferenciados de jornada e descanso, que poderão ser regulamentados por legislação específica e normas coletivas, desde que respeitados os limites constitucionais.

Como ficará a jornada de trabalho?

O fim da escala 6x1 não significa, necessariamente, que todos os trabalhadores passarão a cumprir cinco dias de expediente seguidos por dois dias consecutivos de folga. A forma de organização da jornada poderá variar conforme as características de cada atividade e as regras aplicáveis.

Setores que precisam manter os serviços em funcionamento contínuo, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana, poderão adotar modelos diferenciados de trabalho e descanso.

Segundo o advogado trabalhista Hugo Luiz Schiavo, a proposta não estabelece uma relação de profissões que ficariam excluídas das novas regras.

“Não há uma lista de profissões que ficariam fora das novas regras, nem seria recomendável que ela existisse”, afirma Schiavo.

Na prática, trabalhadores dessas áreas poderão ter os horários de trabalho e os períodos de descanso distribuídos de maneira específica, conforme a regulamentação e as condições previstas para cada regime.

A manutenção de escalas especiais, como a 12x36 — em que o profissional trabalha 12 horas e descansa nas 36 horas seguintes — dependerá das regras aplicáveis e da regulamentação. O cumprimento dos intervalos para alimentação e repouso também deverá ser observado.

Quais setores poderão manter escalas diferenciadas?

A possibilidade de adotar jornadas específicas é especialmente relevante para atividades que não podem interromper o funcionamento. Nesses casos, a organização dos horários e das folgas poderá considerar as necessidades do serviço.

Entre os setores que poderão ser impactados estão:

Saúde: hospitais, unidades de emergência e outros serviços poderão organizar plantões e escalas especiais.

Segurança: atividades que exigem funcionamento ininterrupto poderão manter jornadas diferenciadas.

Transporte: os horários poderão ser distribuídos conforme as necessidades de operação dos serviços.

Limpeza urbana: a organização do trabalho poderá considerar os diferentes turnos e a continuidade das atividades.

Portaria e vigilância: essas categorias também poderão adotar escalas específicas, conforme as normas aplicáveis.

A advogada trabalhista Elisa Alonso, sócia do RCA Advogados, explica que a possibilidade de manter uma escala diferenciada não significa retirar dos trabalhadores o direito à proteção prevista na proposta.

“Não significa que hospitais, serviços de segurança ou sistemas de transporte tenham necessariamente de adotar uma escala tradicional de segunda a sexta-feira”, afirma.

De acordo com a especialista, profissionais que já trabalham no regime 12x36 poderão continuar nesse modelo, desde que sejam respeitados os limites estabelecidos pela nova regra e as condições específicas de compensação.

Assim, um hospital não precisará, necessariamente, substituir todos os plantões de 12 horas por jornadas de oito horas.

Alonso ressalta que existe uma diferença entre excluir determinada profissão das novas regras e permitir que uma categoria organize sua jornada de maneira particular. No segundo caso, o trabalhador continua amparado pela proteção prevista, mas a distribuição do expediente e dos períodos de descanso pode ser adaptada às características da atividade.

“Talvez o principal efeito da proposta não seja simplesmente trocar a expressão ‘6x1’ por ‘5x2’”, avalia a advogada.

Para quem trabalha seis dias e descansa um, a principal mudança será a redução da jornada semanal e a ampliação do período de repouso. A distribuição dos dias de trabalho e das folgas, entretanto, poderá variar conforme a profissão e as normas específicas de cada regime.

“Para algumas categorias, isso poderá significar cinco dias de trabalho e dois de folga; para outras, a manutenção de plantões ou escalas especiais, com uma distribuição diferente dos períodos de descanso”, explica Alonso.

Quem poderá sentir menos impacto com a mudança?

Nem todos os profissionais terão uma redução direta da jornada de 44 para 40 horas semanais. Algumas categorias já contam com limites inferiores estabelecidos em lei, enquanto outras não possuem vínculo empregatício regido pela CLT.

Bancários: determinadas funções já têm jornada de seis horas diárias, de segunda a sexta-feira, totalizando 30 horas semanais. Para esses profissionais, a redução do limite geral não representa, necessariamente, mudança na carga horária.

Teleatendimento e telemarketing: os trabalhadores dessas áreas já possuem jornada de até seis horas diárias e 36 horas semanais. A mudança poderá ter maior repercussão na organização dos dias de descanso.

Trabalhadores de minas subterrâneas: também contam com limites específicos de jornada, inferiores ao teto geral de 44 horas semanais.

Autônomos, microempreendedores individuais (MEIs) e pessoas jurídicas (PJs): profissionais que trabalham por conta própria ou prestam serviços como empresas, sem vínculo de emprego, não estão diretamente submetidos às regras da CLT.

Trabalhadores informais: pessoas que atuam sem carteira assinada, como ambulantes, entregadores e motoristas de aplicativos, também não estão diretamente abrangidas pelas normas trabalhistas aplicáveis aos empregados formais.

E os trabalhadores com salários mais elevados?

A proposta prevê tratamento diferenciado para trabalhadores com diploma de nível superior que recebam remuneração igual ou superior a 2,5 vezes o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Para esse grupo, as novas regras sobre duração e controle da jornada não serão obrigatórias, salvo se o empregador decidir aplicá-las ou se houver previsão em acordo ou convenção coletiva. O direito ao repouso, porém, permanece.

A legislação trabalhista já prevê situações em que não há controle convencional de jornada, como ocorre com determinados empregados que ocupam cargos de confiança ou exercem atividades externas incompatíveis com a fiscalização dos horários.

Redução da jornada vai além da mudança de escala

A proposta busca ampliar o período de descanso semanal e reduzir gradualmente o limite de horas trabalhadas, sem diminuir os salários. Entretanto, a aplicação prática das novas regras dependerá da regulamentação e das condições previstas para cada categoria.

Dessa forma, o fim da escala 6x1 não significa que todos os trabalhadores terão, obrigatoriamente, a mesma distribuição de dias de trabalho e folgas. O objetivo é ampliar o descanso e reduzir a jornada máxima, permitindo que determinadas atividades mantenham escalas diferenciadas, desde que respeitadas as garantias estabelecidas.

Por Guilherme Fernandes

Rogério Marinho não vota em PEC que acaba com escala 6x1; Styvenson e Zenaide são favoráveis.

Foto: Reprodução

O senador Rogério Marinho (PL-RN) não participou da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. Já os outros dois representantes do Rio Grande do Norte no Senado, Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Zenaide Maia (PSD-RN), votaram favoravelmente à proposta.

A matéria foi aprovada em dois turnos nesta quarta-feira, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A promulgação da PEC está prevista para o início da próxima semana.

O que muda com o fim da escala 6x1?

A proposta estabelece a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, além de garantir duas folgas por semana, sendo uma delas preferencialmente aos domingos.

Outro ponto previsto no texto é a manutenção dos salários, sem redução da remuneração dos trabalhadores em decorrência da diminuição da jornada.

Com a aprovação da PEC, a medida avança para a etapa de promulgação, que oficializará as mudanças previstas na proposta.

Por Guilherme Fernandes

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro surpreende, muda discurso e promete votar pelo fim da escala 6x1.

Foto: Reprodução

O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, anunciou nesta terça-feira (13) que votará a favor da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem direito a um dia de descanso. A declaração representa uma mudança de posicionamento em relação às críticas feitas pelo parlamentar à proposta na semana passada.

A PEC, apresentada por parlamentares de esquerda, está na pauta do Senado Federal e tem previsão de votação em primeiro turno nesta quarta-feira (14).

O anúncio foi feito após Flávio visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena por tentativa de golpe de Estado em regime domiciliar. O presidenciável vinha sendo cobrado pelo adversário na disputa eleitoral, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a se posicionar sobre o tema.

Em entrevista após a visita, Flávio afirmou que pretende acompanhar a vontade da maioria dos brasileiros favoráveis à mudança na jornada de trabalho.

“Eu estou rodando o Brasil. A maioria dos trabalhadores quer o fim da 6x1. Vou votar a favor do fim da 6x1, mas a gente defende algo ainda melhor, sempre”, declarou.

Senador defende modelo com maior liberdade de negociação

Apesar de anunciar apoio à PEC em discussão no Congresso, Flávio Bolsonaro afirmou que considera mais adequada uma proposta que amplie a liberdade de negociação entre empregadores e trabalhadores, permitindo maior flexibilidade na definição dos horários e da carga horária.

Segundo o senador, o modelo em debate não contemplaria adequadamente situações específicas, como as de profissionais que trabalham em regime de home office e de mães que precisam conciliar a jornada profissional com os cuidados dos filhos.

“Como é que fica aquela mãe que não tem com quem deixar o seu filho, só pode trabalhar, por exemplo, quatro horas por dia, só pode trabalhar de manhã ou só pode trabalhar de tarde? Vai continuar engessada a jornada dela?”, questionou.

O candidato também classificou a discussão sobre a jornada de trabalho como um “processo de evolução” e defendeu a ampliação do período de descanso dos trabalhadores.

“A gente tem que fazer com que o trabalhador tenha direito a uma folga maior, sim”, afirmou.

Rogério Marinho defendia adiamento da votação

Na semana passada, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, criticou a discussão da PEC neste momento e afirmou que o debate “não faz bem para o país”. O parlamentar também articulava o adiamento da análise da proposta.

Marinho é autor de uma iniciativa alternativa, considerada por Flávio como superior ao texto atualmente em discussão no Congresso Nacional.

Ao apresentar sua proposta na semana passada, o presidenciável defendeu que os trabalhadores tenham autonomia para escolher seus horários, com a possibilidade de trabalhar quatro horas pela manhã, quatro horas à tarde ou até mesmo nos fins de semana, conforme os acordos estabelecidos.

A mudança de posicionamento de Flávio ocorre em meio à disputa presidencial e à pressão para que os candidatos apresentem suas posições sobre o fim da escala 6x1, tema que ganhou espaço no debate político nacional.

Por Guilherme Fernandes

MEIs podem ter dívidas perdoadas, receber R$ 5 mil e ampliar faturamento para R$ 140 mil.

Foto: Reprodução

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um pacote de medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs), com propostas para reduzir dívidas, ampliar o acesso ao crédito, estimular investimentos e diminuir a burocracia. Entre as principais iniciativas estão o perdão de débitos tributários com a União, a renegociação de dívidas bancárias e a criação do PixMEI, que prevê a concessão de até R$ 5 mil por beneficiário, sem necessidade de devolução.

As ações foram articuladas pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), em parceria com os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento, além da Casa Civil.

O anúncio ocorre a 12 dias do segundo turno da eleição presidencial, disputado por Lula e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), e integra uma sequência de iniciativas econômicas apresentadas pelo governo nas últimas semanas.

Segundo os dados divulgados, o Brasil possui 17,6 milhões de microempreendedores individuais cadastrados, dos quais 7,8 milhões são mulheres.

Perdão de dívidas pode beneficiar 3,6 milhões de MEIs

Uma das principais medidas é o envio ao Congresso Nacional de um projeto de lei complementar que prevê o perdão integral das dívidas tributárias dos MEIs inscritas na Dívida Ativa da União.

A proposta poderá beneficiar aproximadamente 3,6 milhões de empreendedores, cujos débitos somam R$ 12,6 bilhões. Caso seja aprovada, a iniciativa permitirá a regularização das pendências com o governo federal, a retirada de ações judiciais de cobrança e a obtenção de certidões negativas de débitos, facilitando a continuidade das atividades comerciais.

De acordo com a avaliação técnica da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), grande parte desses valores é considerada de difícil recuperação. A proposta, no entanto, ainda depende da aprovação do Congresso Nacional.

Desenrola 3.0 prevê renegociação de dívidas bancárias

O pacote também contempla os débitos dos microempreendedores com instituições financeiras. O governo identificou cerca de R$ 6 bilhões em dívidas que poderão ser incluídas em uma operação de renegociação no âmbito do Desenrola 3.0.

A iniciativa prevê a publicação de um edital para a aquisição dessas carteiras de crédito pelo governo federal. Para participar, os bancos e demais instituições financeiras deverão oferecer descontos de, no mínimo, 90% sobre o valor das dívidas. As ofertas com os maiores abatimentos terão prioridade.

Inicialmente, a negociação será conduzida diretamente pelo governo com as instituições financeiras, sem exigir providências dos MEIs. A expectativa é aliviar o endividamento e criar condições para que os empreendedores recuperem a capacidade de investimento e voltem a ter acesso ao crédito.

PixMEI prevê auxílio de até R$ 5 mil sem devolução

Outra iniciativa anunciada é o PixMEI, programa de fomento produtivo que deverá disponibilizar até R$ 5 mil por beneficiário para melhorar a estrutura dos pequenos negócios.

O dinheiro terá caráter não reembolsável, ou seja, não precisará ser devolvido. A proposta é permitir investimentos que contribuam para ampliar a capacidade de produção e melhorar os serviços oferecidos.

Entre os exemplos apresentados estão a compra de equipamentos para salões de beleza, melhorias na estrutura de barracas de alimentos e aquisição de motocicletas elétricas para serviços de entrega.

O programa também deverá oferecer assistência aos beneficiários, com a participação de parceiros como o Sebrae, para auxiliar no planejamento e no desenvolvimento dos empreendimentos. A iniciativa ainda está em fase de estruturação.

Governo propõe elevar limite de faturamento do MEI para R$ 140 mil

O governo federal também reforçou, junto ao Congresso Nacional, a defesa da proposta de atualização do limite de faturamento anual dos microempreendedores individuais, que permanece sem reajuste há oito anos.

O projeto em tramitação prevê elevar o teto para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. A proposta também permite a contratação de um segundo funcionário.

A mudança pretende acompanhar o crescimento dos pequenos negócios e permitir que os empreendedores ampliem as vendas sem precisar deixar o enquadramento como MEI ao ultrapassar o limite atual. As alterações, contudo, dependem de aprovação legislativa.

Medidas buscam reduzir exigências fiscais

O pacote inclui ainda mudanças relacionadas à emissão de notas fiscais e às obrigações tributárias. O governo anunciou um decreto presidencial para dispensar os MEIs da obrigatoriedade de emitir nota fiscal nas vendas de produtos e na prestação de serviços para pessoas físicas.

A medida também alcança os nanoempreendedores, categoria destinada a quem fatura até metade do limite de receita anual do MEI. Esse público deverá ficar dispensado da abertura de CNPJ e da emissão de notas fiscais nas vendas realizadas para pessoas físicas.

A intenção é evitar que as mudanças decorrentes da Reforma Tributária aumentem as exigências burocráticas para quem trabalha por conta própria, especialmente os empreendedores de menor porte.

Por Guilherme Fernandes

Duas crianças ficam gravemente feridas em acidente com ônibus escolar e Prefeitura abrirá sindicância.

Foto: Reprodução

A Prefeitura de Governador Dix-Sept Rosado anunciou que instaurará uma sindicância para investigar as circunstâncias do acidente envolvendo duas crianças e um ônibus escolar que presta serviço ao município. O caso ocorreu na manhã desta terça-feira (13), quando as vítimas, de 4 e 5 anos, foram atingidas durante o desembarque do veículo.

As duas crianças sofreram ferimentos graves e foram socorridas para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. Na unidade hospitalar, elas passaram por procedimentos cirúrgicos e permanecem sob cuidados médicos.

Prefeitura promete assistência às famílias

Em nota oficial, a gestão municipal manifestou solidariedade aos familiares das vítimas e garantiu que prestará toda a assistência necessária. A Prefeitura também informou que comunicou o ocorrido à empresa terceirizada responsável pelo transporte escolar, que se colocou à disposição para colaborar com as providências necessárias.

Moradores cobram providências

Após o acidente, moradores utilizaram as redes sociais para denunciar as condições do ônibus envolvido no caso e cobrar medidas da administração municipal.

A sindicância deverá apurar as circunstâncias do ocorrido e contribuir para o esclarecimento dos fatos.

Confira, a seguir, a nota oficial da Prefeitura de Governador Dix-Sept Rosado:

“A Prefeitura de Governador Dix-Sept Rosado manifesta sua solidariedade às famílias de duas crianças vítimas de um acidente ocorrido nesta terça-feira, 13 de outubro, envolvendo um veículo de transporte escolar de uma empresa terceirizada.

As crianças receberam atendimento imediato no hospital municipal e foram transferidas para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, para atendimento especializado.

A empresa responsável já foi comunicada e se colocou à disposição para colaborar. A Prefeitura instaurará uma sindicância para apurar as circunstâncias do acidente e eventuais responsabilidades.

A gestão municipal segue acompanhando a situação e garantirá toda a assistência necessária às crianças e suas famílias, reafirmando seu compromisso com a segurança e o bem-estar de todos.

Prefeitura Municipal de Governador Dix-Sept Rosado”

Por Guilherme Fernandes

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Corrida pelo Governo do RN: Cadu de Lula amplia alianças no RN e recebe apoio de prefeitos, vereadores e lideranças para o 2º turno.

Foto: Redes sociais

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT), ampliou sua articulação política nos últimos dias com a adesão de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças de diferentes municípios potiguares. As novas manifestações de apoio reforçam a mobilização da campanha para o segundo turno das eleições estaduais.

Entre os apoiadores estão gestores municipais e grupos de vereadores que anunciaram alinhamento à candidatura petista, fortalecendo a presença política de Cadu em diversas regiões do estado.

Prefeitos e grupos políticos declaram apoio

Em Nova Cruz, Cadu recebeu o apoio do prefeito Joquinha Nogueira e do ex-prefeito Flávio de Beroi. Já em Riachuelo, o prefeito Joca Basílio e os vereadores Cleoneide Aciole, Gustavo, Remulo Basílio, Deca Brito, Graciliano e Washington também aderiram à candidatura.

A prefeita Fatinha Mesquita, de João Dias, e o prefeito João Paulo, de Lagoa d'Anta, acompanhado dos vereadores Lenilson, Heriberto, Marcio e Adriana, estão entre os novos apoiadores.

A relação inclui ainda a prefeita Riane, de Jaçanã, e a prefeita Janaina, de Lagoa de Pedras, que declarou apoio ao lado do vice-prefeito Lutero e dos vereadores Didi, Maurício, Dantinha, Galego, Diego e Bitinha.

Também passaram a apoiar Cadu os prefeitos Nildo Galdino, de Lagoa de Velhos, e Helio do Povo, de Guamaré. Neste último município, a adesão reúne ainda a vice-prefeita Clecia de João Pedro e um grupo de vereadores.

Em Campo Redondo, a vice-prefeita Silvania Karla declarou apoio ao candidato juntamente com seu grupo de lideranças.

Vereadores e lideranças de outras cidades também aderem

A campanha de Cadu de Lula também recebeu manifestações de apoio de vereadores de outros municípios potiguares.

Em São Bento do Norte, o vereador Tarcizio aderiu à candidatura. Em Angicos, os apoios vieram de Novinho, Marcos e Junior.

Já em Caiçara do Rio do Vento, declararam apoio Laércio, Sebastião, Lenilson, Kedson, Bruna e Ricardo. Em Boa Saúde, os vereadores Neto e Lenilda também passaram a integrar o grupo de apoiadores.

Além das adesões de representantes com mandato, Cadu recebeu o apoio de lideranças políticas dos municípios de Monte Alegre e Apodi, ampliando a articulação da candidatura para o segundo turno no Rio Grande do Norte.

Por Guilherme Fernandes

Corrida pelo Governo do RN: Allyson Bezerra amplia alianças no RN e recebe apoio de prefeitos, parlamentares e lideranças para o 2º turno.

Foto: Redes sociais

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União Brasil), ampliou sua base de apoio nos últimos dias com a adesão de prefeitos, ex-prefeitos, parlamentares e lideranças políticas de diferentes regiões do estado. As novas manifestações de apoio reforçam a articulação da campanha para o segundo turno das eleições.

Entre os nomes que declararam apoio ao ex-prefeito de Mossoró estão gestores municipais, representantes eleitos para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados, além de lideranças com atuação política em diversos municípios potiguares.

Prefeitos e ex-prefeitos reforçam campanha

Na relação de novos apoiadores estão os prefeitos José Augusto Rêgo, de Portalegre; Joãozinho, de Serra Caiada, ao lado do ex-prefeito Fausto Furtado; Fabiano de Vavá, de Barcelona; Flaviano Lisboa, de Passa e Fica, acompanhado dos ex-prefeitos Pepeu e Léo Lisboa; Raimundinho, de Alexandria; e Claudinha, de Rodolfo Fernandes, junto a sua vice e seu grupo.

Também declararam apoio a Allyson os prefeitos Haroldo, de Afonso Bezerra; Juninho de Kerginaldo, de Senador Elói de Souza; Nilson, de Bom Jesus; Rosânia Teixeira, de Serrinha dos Pintos; Jussara, de Extremoz.

A lista inclui ainda as ex-prefeitas Olga e Mazé, de Martins, que também anunciaram adesão à candidatura.

Deputadas e lideranças políticas aderem

No campo parlamentar, Allyson recebeu o apoio da deputada estadual eleita Camila Araújo e da deputada federal Carla Dickson.

A articulação também avançou em outros municípios, com a adesão do vereador Thiago Araújo, de Lagoa Salgada, além de lideranças políticas de Pedra Grande, Canguaretama, Macau e São Paulo do Potengi.

Allyson comemora novas adesões

O candidato comemorou a chegada dos novos apoiadores em publicação nas redes sociais. Na mensagem, destacou o crescimento das adesões à campanha e associou o movimento à proposta de mudança para o Rio Grande do Norte.

“Novos apoios chegando de todo o Rio Grande do Norte pra somar, meu povo! É o sentimento de mudança aumentando no nosso estado, e fortalecendo o nosso time da esperança e do trabalho”, publicou Allyson.

Por Guilherme Fernandes

Aprenda a fazer macaxeira cremosa gratinada com queijo coalho e bacon.

A macaxeira, ingrediente tradicional da culinária nordestina, é a base da receita exibida no quadro "Bom Que Só", do Inter TV Rural, deste domingo (11).

Preparado pelo gastrólogo Alexandre Dantas, o prato combina camadas de macaxeira cozida com um creme de bacon, leite, creme de leite e queijo coalho. A finalização no forno deixa o queijo derretido e dourado.

O preparo é uma opção para servir no almoço ou jantar. Para garantir a textura cremosa sem deixar a macaxeira desmanchar, o segredo é cozinhar a raiz até ficar macia, mas ainda firme, antes de levar ao forno.

Veja abaixo o passo a passo da receita:

Ingredientes

. 1 kg de macaxeira cozida em água e sal;

. 400 ml de leite bovino;

. 200 g de queijo coalho ralado grosseiramente;

. 200 g de bacon cortado em cubos pequenos;

. 200 g de creme de leite;

. 1 cebola roxa pequena picada;

. 1 dente de alho pequeno triturado;

. Cebolinha a gosto;

. Pimenta-do-reino a gosto;

. Sal a gosto, se necessário.

Foto: Inter TV

Modo de preparo

Cozinhe a macaxeira

Descasque a macaxeira, corte em pedaços e cozinhe em água com sal até ficar macia, mas ainda firme. Se desejar, acrescente ervas, como louro, à água do cozimento. Retire a fibra central e corte a macaxeira no formato desejado. Reserve.

Prepare o creme de bacon

Coloque o bacon em uma frigideira grande ainda fria e leve ao fogo, deixando aquecer gradualmente até que os cubos fiquem dourados e liberem a própria gordura.Retire o excesso de gordura e reserve alguns cubos de bacon para a finalização.

Na mesma frigideira, refogue a cebola roxa e o alho junto com o bacon. Acrescente o creme de leite e misture. Em seguida, adicione o leite e parte do queijo coalho ralado.

Tempere com pimenta-do-reino e ajuste o sal, se necessário, considerando que o bacon e o queijo já são salgados. Deixe cozinhar até o creme começar a engrossar e finalize com cebolinha picada.

Monte o prato

Em uma assadeira, distribua uma camada de macaxeira cozida e cubra com parte do creme de bacon.

Faça outra camada de macaxeira e acrescente o restante do creme, espalhando bem para envolver os pedaços. Finalize com o restante do queijo coalho ralado e os cubos de bacon reservados.

Leve ao forno

Preaqueça o forno a 200°C. Leve a assadeira ao forno por aproximadamente 20 minutos, ou até o queijo derreter e ficar gratinado.

Retire do forno e espere cerca de cinco minutos antes de servir. Esse descanso ajuda a deixar a preparação mais firme na hora de cortar e servir.

Dicas do chef

Alexandre Dantas recomenda não cozinhar demais a macaxeira antes de montar o prato. Ela deve ficar macia, mas manter a estrutura para não desmanchar durante o gratinado.

Outra dica é substituir o leite pela água do cozimento da macaxeira. A troca ajuda a aproveitar o líquido e reforça o sabor da raiz na preparação.

Depois de retirar do forno, aguarde cinco minutos antes de servir para que o creme se acomode e o prato fique com uma textura melhor.