quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Democratas viram o jogo e assumem Câmara e Senado impondo derrota histórica a Trump nos EUA.


O Partido Democrata elegeu a maioria da Câmara dos Representantes e do Senado dos Estados Unidos nas eleições legislativas de terça-feira (3), impondo uma derrota histórica ao presidente Donald Trump . Os republicanos perderam o controle das duas Casas do Congresso, que passaram às mãos da oposição em janeiro de 2027, nos dois últimos anos do mandato presidencial.

A derrota dificultará a aprovação de projetos do governo, dará aos democratas poder para bloquear o cronograma presidencial e ampliar as investigações sobre a Casa Branca. O resultado também poderá influenciar a disputa pela sucessão de Trump, nas eleições presidenciais de novembro de 2028, ao alterar a projeção de forças entre os partidos e as articulações em torno de possíveis candidatos.

Segundo balanço divulgado na manhã desta quarta-feira (4), os democratas conquistaram 228 das 435 cadeiras da Câmara, contra 139 dos republicanos, com 68 distritos ainda indefinidos. No Senado, democratas e aliados independentes somaram 54 dos 100 assentos, contra 44 republicanos, restando duas disputas. Os números são parciais. Os resultados superaram as projeções feitas pelas pesquisas, que já apontavam uma derrota de Trump.

O resultado inverte a demonstração de forças em Washington. Antes da eleição, os republicanos controlavam o Senado com 53 cadeiras e também detinham a maioria na Câmara. Agora, Trump terá de negociar com a oposição para aprovar parte de sua agenda.

A vitória democrata incluiu pelo menos sete cadeiras do Senado anteriormente ocupadas por republicanos e mais de duas coleções de distritos na Câmara. O avanço ocorreu em meio à insatisfação dos participantes com o custo de vida, a guerra contra o Irã e a condução do governo.

Viradas históricas no Texas e no Kansas

No Texas, James Talarico derrotou o republicano Ken Paxton e se tornou o primeiro democrata eleito senador pelo Estado desde 1988, encerrando 38 anos de domínio republicano. No Kansas, Adam Hamilton conquistou uma cadeira que o partido não vencia desde 1932.

Os democratas também mudaram assentos na Carolina do Sul, com Annie Andrews; em Ohio, com Sherrod Brown; e em Iowa, Maine e Carolina do Norte. Além disso, preservaram vagas importantes, como a de Jon Ossoff, reeleito na Geórgia, e a de Jeanne Shaheen, em New Hampshire, conquistada por Chris Pappas.

A vitória alcançou governos estaduais. Gina Hinojosa foi eleita governadora do Texas, encerrando 36 anos de domínio republicano. Na Geórgia, Keisha Lance Bottoms se tornou a primeira mulher negra eleita para governar o Estado.

Arte: Congresso em Foco

O que muda para o governo Trump

Com maioria nas duas Casas, os democratas poderão controlar a pauta legislativa, comandar comissões, convocar membros do governo e abrir investigações parlamentares. Também terão condições de barrar restrições presidenciais, inclusive para a Suprema Corte, e dificultar projetos sobre imigração, impostos e gastos públicos.

A Câmara poderá ainda aprovar propostas de impeachment, mas a destituição do presidente dependeria de dois terços dos votos do Senado.

Arte: Congresso em Foco

O controle do Congresso não garante, porém, a aprovação de toda a agenda democrata. No Senado, muitas propostas dependem de 60 votos para superar obstruções, embora existam discussões. Trump também conservará o poder de veto, cuja derrubada exige dois terços dos votos em cada Casa.

Como funcionam as eleições de meio de mandato Conhecidas como midterms ,essas eleições ocorrem na metade do mandato presidencial. A Câmara é renovada integralmente a cada dois anos, enquanto os senadores têm mandatos de seis anos, com renovação de aproximadamente um terço das cadeiras a cada eleição.

Em 2026, disputavam-se os 435 assentos da Câmara e 35 das 100 vagas do Senado, além de governos estaduais. O novo Congresso ocorrerá em 3 de janeiro de 2027, com mandato até janeiro de 2029.

Fonte Congresso em Foco

Zenaide defende PEC da Segurança e cobra recursos para estados e municípios.


Após votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2021, conhecida como PEC da Segurança Pública, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no mês passado, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) voltou a defender a aprovação da medida. Em pronunciamento na tribuna do Plenário do Senado nesta terça-feira (3), a parlamentar ressaltou que a ampliação das atribuições de estados e municípios nessa área exige a garantia de recursos permanentes para o cumprimento concreto das ações previstas.

Atenta às demandas municipalistas, a senadora salientou a necessidade de maior aporte orçamentário para ajudar prefeituras a custear o aumento da participação local na prevenção da violência e no combate à criminalidade. Segundo ela, essa responsabilidade legal extra pode aumentar as despesas das prefeituras, principalmente nas cidades menores.

“A modernização da segurança pública que essa PEC propõe é importante, mas deve ser acompanhada de um pacto federativo efetivo que distribua não apenas atribuições, mas também os recursos necessários ao seu cumprimento”, assinalou.

Na tribuna, Zenaide relembrou ser autora, junto a outros 31 senadores subscritores, da PEC 44/2019, Proposta de Emenda à Constituição que prevê recursos mínimos que a União deve destinar ao Sistema Único de Segurança Pública (Susp).

Além disso, ela defendeu investimentos em tecnologia, aumento dos efetivos das forças de segurança e educação pública em tempo integral como forma de prevenção da violência. 

“A segurança pública é uma responsabilidade compartilhada, mas a capacidade de financiamento dos entes federativos é profundamente desigual. Enquanto alguns municípios possuem arrecadação própria suficiente para manter estruturas especializadas, a grande maioria depende de transferências constitucionais e enfrenta dificuldades até mesmo para custear os serviços públicos essenciais como saúde, educação e assistência”, frisou a senadora.

Vitória unânime no Senado: PEC endurece combate ao crime, enquanto maioridade penal divide parlamentares.

Foto: Reprodução

O Senado aprovou nesta terça-feira (3) a PEC 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública, que visa ampliar a integração entre os órgãos de segurança e fortalecer o combate ao crime organizado. A PEC foi aprovada por unanimidade, com 73 votos favoráveis em primeiro turno e 75 em segundo turno. Com isso, a emenda será promulgada.

Emendas que tratavam da redução da maioridade penal acabaram sendo desmembradas do texto e passarão a tramitar como proposta autônoma.

O desmembramento foi aprovado com um placar apertado, 38 votos a 36. Senadores oposicionistas defendiam a votação das emendas. O líder do MDB, senador Eduardo Braga (MDB-AM), sugeriu que as novas propostas sejam analisadas em calendário especial pelo Plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se comprometeu a dar celeridade à votação das PECs paralelas.

"A Secretaria-Geral da Mesa não vai encaminhar [as propostas] para a Comissão de Constituição e Justiça. Nós vamos aguardar o requerimento do calendário especial. Vossas Excelências têm que construir qual é o texto que vai ser votado" disse o presidente do Senado.

A PEC, de iniciativa do Executivo, foi aprovada em calendário especial, com a dispensa de prazos e sessões de discussão. O relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), rejeitou outros pedidos de mudança, para evitar que o texto tivesse que voltar à Câmara dos Deputados.

"Isso impediria a promulgação imediata e atrasaria o atendimento de necessidades inadiáveis da população brasileira, que clama por mais segurança pública" explicou o relator.

Entre os principais pontos da proposta aprovada está a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição. A PEC também amplia a participação do governo federal no setor e estabelece regras para a criação de polícias municipais. Além disso, traz medidas mais rigorosas contra integrantes de facções criminosas e milícias, proteção às vítimas e mais recursos para a segurança pública.

Maioridade penal

A discussão em Plenário se concentrou na redução da maioridade penal, que não fazia parte da proposta, mas era objeto de duas emendas. Ao propor a tramitação das duas como uma PEC paralela, o relator disse considerar que a redução da maioridade penal é tema estranho ao texto, o chamado “jabuti”.

Rogério Carvalho também destacou a “forte divergência doutrinária e política” sobre a maioridade penal e lembrou que a Câmara dos Deputados já constituiu, em agosto deste ano, uma comissão especial sobre o tema para tratá-lo com o aprofundamento técnico que exige.

"Acatar a Emenda 84, de Plenário, numa PEC apreciada sob o rito de calendário especial suprimiria as instâncias de debate adequadas, tratando de assunto extremamente complexo em texto com objetivo diverso" avaliou.

A emenda à qual se referiu o relator foi apresentada pelo líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN). O texto buscava reduzir a idade de responsabilização penal para 16 anos como regra geral e para 14 anos nos casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas.

Rogerio Marinho discordou que o tema fosse um jabuti, já que, para ele, maioridade penal faz parte da segurança pública. Ele também argumentou que o fatiamento da PEC impediria a discussão e votação das emendas.

"O relator propõe que, na prática, este Plenário seja cerceado, seja emudecido, que haja uma procrastinação, que se coloque para adiante, que não se permita que a discussão aconteça" criticou.

A outra emenda sobre redução da maioridade penal foi apresentada pelo líder do PT, senador Camilo Santana (PT-CE). Pelo texto, a redução para 16 anos valeria apenas para os crimes hediondos.

Divergência

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) ponderou que havia um consenso sobre a necessidade de mudanças na maioridade penal, apoiadas inclusive pelo presidente Lula, e defendeu que as emendas fossem colocadas em votação. Senadores de oposição, como Carlos Portinho (PL-RJ) e Efraim Filho (PL-PB), protestaram contra o desmembramento das emendas e pediram que fossem votadas pelo Plenário.

"É inadmissível que sejam retirados dos senadores e senadoras o direito e a prerrogativa do mandato. O argumento mais esdrúxulo que eu já vi ser colocado aqui é o de que a matéria era estranha. Aqui a gente sabe o que é jabuti, a gente já lidou com muitos deles diversas vezes, e este não é um caso de matéria estranha" disse Efraim.

Para a líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), era natural que se aprovasse a parte consensual do texto.

"A luta política sobre a PEC da segurança não existe. Todos concordamos com ela. Nós podemos ter uma aprovação unânime ou quase unânime da PEC da segurança, assim como tivemos na PEC 6x1" disse a líder, ao defender o desmembramento.

Tanto Jaques Wagner (PT-BA) quanto Eliziane Gama (PSD-MA) destacaram que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já afirmou ser a favor de mudanças nas regras sobre maioridade penal.

O que prevê a PEC

A PEC aprovada prevê medidas mais rigorosas contra integrantes de facções criminosas, milícias e organizações paramilitares, com punições proporcionais à posição de cada integrante na hierarquia desses grupos.

Entre as medidas estão o cumprimento obrigatório de pena em estabelecimentos de segurança máxima, restrições à progressão de regime e a benefícios processuais, além da possibilidade de confisco de bens ligados a atividades criminosas.

O texto também estabelece a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas com essas organizações e amplia a proteção a denunciantes e familiares. Para as vítimas de crimes, assegura direitos como assistência, informação, acesso à Justiça e participação no processo penal, com atenção especial às mulheres.

Outra mudança é o fortalecimento da cooperação entre União, estados, Distrito Federal e municípios no combate à criminalidade. A PEC incorpora o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) à Constituição e prevê ações conjuntas, compartilhamento de informações e integração dos sistemas utilizados pelos órgãos de segurança.

A proposta também permite a criação de polícias municipais, sujeitas a critérios de formação, capacidade financeira e fiscalização. Além disso, amplia as atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para incluir o policiamento de ferrovias e hidrovias federais e institui o Sistema de Políticas Penais, com novas regras para a atuação das polícias penais.

Em relação ao financiamento, a PEC protege os recursos dos fundos nacionais de Segurança Pública (FNSP), Penitenciário (Funpen) e de Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol) contra bloqueios e desvios de finalidade, ressalvadas exceções previstas no texto. Também destina ao setor 10% do superávit do Fundo Social.

Emendas

A proposta foi aprovada com emendas consideradas de redação. Uma delas, sugerida pelo senador Carlos Portinho, possibilita que as Forças Armadas recebam ressarcimento, em operações de Garantia da Lei e da Ordem, com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Outras emendas que haviam sido apresentadas em Plenário foram rejeitadas pelo relator. Duas delas, do senador Eduardo Gomes (PL-TO), incluíam no artigo da Constituição que trata dos órgãos da segurança pública os órgãos do sistema socioeducativo dos estados e do Distrito Federal e os agentes de trânsito, além de reconhecer o patrulhamento viário como atividade de natureza policial.

Também foi rejeitada emenda do senador Dr. Hiran (PP-RR) sobre a autonomia da polícia científica, que já faz parte de outra proposta, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 76/2019, aprovada pelo Senado em 2025.

Durante a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relator já havia suprimido do texto o repasse gradual de 10% a 30% da arrecadação das bets para financiar o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional. A mudança foi feita antes da edição da medida provisória que proibiu as bets, para evitar a menção a elas na Constituição.

Fonte Agência Senado

terça-feira, 3 de novembro de 2026

Reservatórios do RN têm recuperação, mas quatro açudes continuam completamente secos.

Foto: Flávio Soares

Os reservatórios do Rio Grande do Norte estão com 44,27% da capacidade total de armazenamento, o equivalente a aproximadamente 2,289 bilhões de metros cúbicos de água. Os dados são da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), com referência ao período de 29 de outubro a 2 de novembro de 2026.

O volume representa uma recuperação de dois pontos percentuais em comparação com o mesmo período de 2025, quando os mananciais registravam 42,27%. Apesar da melhora, o nível ainda está abaixo dos índices observados em 2023 (54,09%) e 2024 (67,17%).

Situação dos principais reservatórios

A barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, em Assú, maior reservatório do estado, acumula 845,96 milhões de metros cúbicos, o equivalente a 35,65% da capacidade total.

Já Oiticica, em Jucurutu, registra 67,23%, com 459,48 milhões de metros cúbicos. Santa Cruz do Apodi também apresenta nível acima de 60%, com 66,32%. Em Upanema, o açude Umarí está com 55,05% da capacidade.

Quatro reservatórios estão completamente secos

O levantamento aponta que quatro reservatórios permanecem sem água: Itans, em Caicó; Passagem das Traíras, em São José do Seridó; Dourado, em Currais Novos; e Mundo Novo, também em Caicó.

Outros mananciais apresentam volumes preocupantes. O Esguicho, em Ouro Branco, está com apenas 3,76% da capacidade, enquanto o Boqueirão de Parelhas registra 6,52% e o Sabugi, em São João do Sabugi, 6,84%.

Também apresentam níveis baixos os reservatórios Tabatinga, em Macaíba, com 13,07%, e Pataxó, em Ipanguaçu, com 17,98%.

Por Guilherme Fernandes

Eleições definem novo cenário na Assembleia; veja quem pode apoiar e quem deve fazer oposição a Cadu Xavier.

Foto: José Aldenir

O governador eleito do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Xavier, o Cadu de Lula (PT), terá como principal desafio equilibrar as contas públicas e enfrentar a delicada situação financeira do estado. Para implementar as medidas necessárias, algumas delas impopulares, o futuro governo precisará construir uma base sólida na Assembleia Legislativa.

Após a vitória nas urnas, Cadu afirmou que pretende formar uma maioria para aprovar projetos de interesse do estado. Atualmente, conta com o apoio de dez deputados eleitos e reeleitos: sete da federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) e três do PSDB, incluindo o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira.

Nos bastidores, outros parlamentares eleitos pela oposição são apontados como possíveis aliados. Entre eles estão Kleber Rodrigues e Neilton Diógenes, ambos reeleitos pelo Progressistas (PP). Os dois integraram a base governista durante a gestão de Fátima Bezerra (PT), mesmo tendo apoiado Allyson Bezerra (União Brasil) na disputa pelo Governo do Estado.

Também aparecem como nomes abertos ao diálogo os deputados estreantes Júlio César (PP), ex-prefeito de Ceará-Mirim, e Bibiano Azevedo (MDB), ex-prefeito de Serra do Mel. Ambos foram eleitos sem depender diretamente das principais estruturas partidárias, o que pode facilitar a definição de suas posições na próxima legislatura.

Diálogo será fundamental

Cadu Xavier sinalizou que pretende adotar uma postura mais aberta ao diálogo do que a gestão de Fátima Bezerra, buscando apoio tanto entre os parlamentares que estiveram em seu palanque quanto entre aqueles que apoiaram adversários.

Nesse cenário, Ezequiel Ferreira terá papel estratégico. Aliado de Cadu no segundo turno, o presidente da Assembleia foi importante na articulação e aprovação de projetos durante os últimos oito anos, embora tenha mantido distanciamento em momentos de divergência com o Executivo.

A relação entre os dois também deverá passar pela eleição da próxima Mesa Diretora. Impedido de disputar novamente a presidência, Ezequiel pretende apoiar um nome de sua confiança para comandar o Legislativo estadual.

Uma eventual sintonia entre Cadu e Ezequiel nessa escolha poderá facilitar a formação de uma maioria na Assembleia e garantir sustentação política ao futuro governo.

Deputados eleitos com Cadu Xavier

- Cristiane Dantas (PSDB)
- Daniel Valença (PT)
- Divaneide Basílio (PT)
- Dr. Gustavo Soares (PSDB)
- Eudiane Macedo (PV)
- Ezequiel Ferreira (PSDB)
- Francisco (PT)
- Isolda Dantas (PT)
- Ivanilson Oliveira (PV)
- Kaline Amorim (PV)

Parlamentares que podem dialogar com o futuro governo

- Bibiano Azevedo (MDB)
- Júlio César (PP)
- Kleber Rodrigues (PP)
- Neilton Diógenes (PP)

Deputados que devem fazer oposição

- Adjuto Dias (PL)
- Camila Araújo (PL)
- Cinthia Pinheiro (União Brasil)
- Coronel Azevedo (PL)
- Dr. Kerginaldo Jácome (PL)
- Gustavo Carvalho (PL)
- Luiz Eduardo (PL)
- Nelter Queiroz (PP)
- Robson Carvalho (União Brasil)
- Tomba Farias (PL)

Por Guilherme Fernandes

Aprenda a preparar salada colorida com queijo coalho.

 A salada colorida com queijo coalho é uma opção prática para quem busca uma refeição leve, nutritiva e cheia de sabores. Nesta receita exibida no Inter TV Rural, a preparação combina cenoura, vagem, ervilha, acelga, tomate e pimentões com cubos de queijo coalho.

O prato é acompanhado por um molho feito com suco de laranja, azeite e mel, que pode ser servido à parte ou acrescentado à salada antes de servir.

Veja abaixo o passo a passo da receita:

Ingredientes

Para a salada

. 200 g de queijo coalho cortado em cubos

. 200 g de cenoura cortada em cubos e cozida al dente

. 200 g de vagem cortada e cozida al dente

. 200 g de ervilha

. 10 folhas de acelga cortadas

. 3 tomates grandes maduros, sem sementes e cortados

. 1 pimentão vermelho sem sementes e cortado em fatias

. 1 pimentão amarelo sem sementes e cortado em fatias

Para o molho

. Suco de 2 laranjas

. 4 colheres (sopa) de azeite

. 2 colheres (sopa) de mel

. Sal a gosto

. Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Higienize todos os vegetais antes de iniciar o preparo. Corte a acelga separando a parte mais firme da base, que deve ser cortada em cubos, das folhas verdes, que devem ser fatiadas finamente.

Retire as extremidades da vagem e cozinhe em água fervente por aproximadamente 2 a 3 minutos. Em seguida, transfira para um recipiente com água gelada e cubos de gelo para interromper o cozimento e preservar a cor e a textura do vegetal. Faça o mesmo com a cenoura, cortada em cubos menores, deixando-a macia, mas ainda firme.

Corte os pimentões vermelho e amarelo em fatias compridas, retire as sementes dos tomates e corte-os em pedaços. Em um recipiente grande, coloque a acelga, a vagem, a cenoura, os pimentões, a ervilha e os tomates. Misture bem todos os ingredientes.

Acrescente o queijo coalho cortado em cubos e misture novamente até distribuir os ingredientes. Transfira a salada para uma travessa de servir.

Para preparar o molho, misture o suco de laranja, o azeite, o mel, o sal e a pimenta-do-reino em um recipiente até incorporar os ingredientes.

Sirva o molho em uma molheira à parte ou despeje sobre a salada. A recomendação é acrescentá-lo apenas alguns minutos antes de servir, para preservar o frescor dos vegetais e do molho.

Se desejar, o queijo coalho também pode ser grelhado antes de ser incorporado à salada, acrescentando um sabor diferente à preparação.

Foto: Reprodução

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Onça-pintada, anta e queixada são consideradas extintas no RN; Idema lista mamíferos ameaçados.

Foto: Edir Alves

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (29) uma portaria que institui a lista oficial das Espécies de Mamíferos Ameaçadas de Extinção no Rio Grande do Norte.

O documento inclui 31 animais, tendo três espécies classificadas na categoria de "Regionalmente Extintas" por não possuírem mais registros de ocorrência no território potiguar: a onça-pintada (Panthera onca), o queixada (Tayassu pecari) e a anta (Tapirus terrestris).

Já o tatu-bola-da-caatinga (Tolypeutes tricinctus) entrou na categoria de Provavelmente Extinta. (Entenda, mais abaixo, as classificações).

O documento estabelece categorias de grau de ameaça, diretrizes de proteção e regras para aplicação direta nos processos de licenciamento ambiental conduzidos pelo órgão.

De acordo com a portaria, a criação da lista busca preencher a necessidade de consolidação técnica para avaliar e classificar o risco de extinção dos mamíferos em território potiguar, utilizando como base critérios reconhecidos pela União Internacional para Conservação da Natureza (UICN) ajustados às realidades ecológicas do estado.

A norma determina ainda que a lista oficial deve ser revisada periodicamente a cada quatro anos ou sempre que novos dados científicos recomendarem.

Categorias de ameaça

A portaria divide as espécies em cinco categorias principais de risco:

. Regionalmente Extinta (RE): quando não restam dúvidas de que o último indivíduo da espécie desapareceu no RN;

. Provavelmente Extinta (CR PEX): quando há forte evidência de desaparecimento, mas ainda persiste certa incerteza;

. Criticamente em Perigo (CR): espécies enfrentando risco extremamente alto de extinção na natureza;

. Em Perigo (EN): espécies com risco muito alto de extinção;

. Vulnerável (VU): espécies com risco alto de extinção.

Foto: Gabriel Marchi

Proteção integral e licenciamento ambiental

Todas as espécies listadas ficam protegidas de modo integral. O texto proíbe a captura, o transporte, o armazenamento, a guarda, o manejo, o beneficiamento e a comercialização dos animais, salvo em casos específicos de pesquisa ou conservação autorizados pelo Idema.

Apesar disso, o texto aponta que as espécies classificadas nas categorias Criticamente em Perigo, Em Perigo e Vulnerável são consideradas prioritárias para ações de conservação.

A portaria também define que a presença dessas espécies em áreas de influência de empreendimentos econômicos será um fator técnico determinante no licenciamento ambiental. Nesses casos, o Idema poderá exigir:

.estudos específicos e monitoramento adequado;

. definição de medidas mitigadoras e compensatórias;

. estabelecimento de condicionantes ambientais específicas;

. indeferimento do licenciamento ou revisão de viabilidade locacional caso seja constatada inviabilidade ambiental.

Recomendações

A portaria determina que ainda que a lista sirva para orientar ações de conservação no estado. O documento estabelece as seguintes recomendações prioritárias para a proteção das espécies:

. Proteção dos habitats: prioridade na conservação das áreas onde os animais vivem, especialmente locais estratégicos para reprodução, alimentação e abrigo.

. Redução de ameaças: adoção de medidas focadas em proteger as populações de mamíferos e combater os fatores que colocam a sobrevivência das espécies em risco.

. Estudos e pesquisas: incentivo e apoio a pesquisas científicas e ao monitoramento constante das espécies ameaçadas.

. Avaliação de riscos: análise rigorosa do impacto de atividades humanas ou econômicas que possam afetar os animais listados.

. Educação ambiental: promoção de ações educativas e de conscientização com a sociedade sobre a importância da preservação dos mamíferos e de seus ambientes naturais.

. Gestão integrada: integração entre órgãos governamentais, pesquisadores e gestão ambiental para ações conjuntas de conservação.

Foto: Jéssica dos Anjos

Lista oficial de mamíferos ameaçados de extinção ou extintos no RN

1. Nome popular: Cuíca-lanosa / Mucuraxixica

Ordem: Didelphimorphia

Família: Didelphidae

Espécie: Caluromys philander

Categoria: VU - Vulnerável

2. Nome popular: Cuíca / Cuíca-de-quatro-olhos

Ordem: Didelphimorphia

Família: Didelphidae

Espécie: Marmosa demerarae

Categoria: VU - Vulnerável

3. Nome popular: Tatu-bola-da-caatinga / Tatu-bola-do-Nordeste

Ordem: Cingulata

Família: Chlamyphoridae

Espécie: Tolypeutes tricinctus

Categoria: CR (PEX) - Provavelmente Extinta

4. Nome popular: Tapiti / Coelho-brasileiro

Ordem: Lagomorpha

Família: Leporidae

Espécie: Sylvilagus brasiliensis

Categoria: VU - Vulnerável

5. Nome popular: Guariba-de-mãos-ruivas / Bugio-de-mãos-ruivas

Ordem: Primates

Família: Atelidae

Espécie: Alouatta belzebul

Categoria: VU - Vulnerável

6. Nome popular: Macaco-prego-galego

Ordem: Primates

Família: Cebidae

Espécie: Sapajus flavius

Categoria: EN - Em Perigo

7. Nome popular: Macaco-prego / Mico-de-topete

Ordem: Primates

Família: Cebidae

Espécie: Sapajus libidinosus

Categoria: VU - Vulnerável

8. Nome popular: Cutia

Ordem: Rodentia

Família: Dasyproctidae

Espécie: Dasyprocta iacki

Categoria: VU - Vulnerável

9. Nome popular: Ouriço-cacheiro / Porco-espinho

Ordem: Rodentia

Família: Erethizontidae

Espécie: Coendou prehensilis

Categoria: EN - Em Perigo

10. Nome popular: Rato-do-mato / Ratinho-do-cerrado/ Rato-do-rabo-peludo/Rato-de-pelo-duro

Ordem: Rodentia

Família: Cricetidae

Espécie: Necromys lasiurus

Categoria: EN - Em Perigo

11. Nome popular: Rato-cabudo / Rato-de-chão

Ordem: Rodentia

Família: Cricetidae

Espécie: Calomys expulsus

Categoria: VU - Vulnerável

12. Nome popular: Veado-catingueiro

Ordem: Artiodactyla

Família: Cervidae

Espécie: Subulo gouazoubira

Categoria: VU - Vulnerável

13. Nome popular: Cateto / Caititu / Porco-do-mato

Ordem: Artiodactyla

Família: Tayassuidae

Espécie: Dicotyles tajacu

Categoria: EN - Em Perigo

14. Nome popular: Queixada

Ordem: Artiodactyla

Família: Tayassuidae

Espécie: Tayassu pecari

Categoria: RE - Regionalmente Extinta

15. Nome popular: Lontra-neotropical

Ordem: Carnivora

Família: Mustelidae

Espécie: Lontra longicaudis

Categoria: VU - Vulnerável

16. Nome popular: Gato-mourisco / Jaguarundi

Ordem: Carnivora

Família: Felidae

Espécie: Herpailurus yagouaroundi

Categoria: VU - Vulnerável

17. Nome popular: Jaguatirica

Ordem: Carnivora

Família: Felidae

Espécie: Leopardus pardalis

Categoria: VU - Vulnerável

18. Nome popular: Gato-do-mato-pequeno

Ordem: Carnivora

Família: Felidae

Espécie: Leopardus tigrinus

Categoria: EN - Em Perigo

19. Nome popular: Suçuarana / Onça-parda / Puma

Ordem: Carnivora

Família: Felidae

Espécie: Puma concolor

Categoria: CR - Criticamente em Perigo

20. Nome popular: Onça-pintada

Ordem: Carnivora

Família: Felidae

Espécie: Panthera onca

Categoria: RE - Regionalmente Extinta

21. Nome popular: Morcego-sem-polegar

Ordem: Chiroptera

Família: Furipteridae

Espécie: Furipterus horrens

Categoria: VU - Vulnerável

22. Nome popular: Morcego-de-cauda-livre

Ordem: Chiroptera

Família: Molossidae

Espécie: Nyctinomops aurispinosus

Categoria: VU - Vulnerável

23. Nome popular: Morcego-de-cauda-livre-pequeno

Ordem: Chiroptera

Família: Molossidae

Espécie: Nyctinomops laticaudatus

Categoria: VU - Vulnerável

24. Nome popular: Morcego-de-cauda-livre-grande

Ordem: Chiroptera

Família: Molossidae

Espécie: Nyctinomops macrotis

Categoria: VU - Vulnerável

25. Nome popular: Morcego-de-funil / Morcego-orelha-de-funil-brasileiro

Ordem: Chiroptera

Família: Natalidae

Espécie: Natalus macrourus

Categoria: EN - Em Perigo

26. Nome popular: Morcego-beija-flor-de-Geoffroy / Morcego-focinhudo

Ordem: Chiroptera

Família: Phyllostomidae

Espécie: Anoura geoffroyi

Categoria: VU - Vulnerável

27. Nome popular: Morcego-da-caatinga/ Morcego-de-língua-comprida-de-vieira

Ordem: Chiroptera

Família: Phyllostomidae

Espécie: Xeronycteris vieirai

Categoria: CR - Criticamente em Perigo

28. Nome popular: Morcego-de-nariz-de-folha-espada / Morcego-orelhudo

Ordem: Chiroptera

Família: Phyllostomidae

Espécie: Lonchorhina aurita

Categoria: EN - Em Perigo

29. Nome popular: Morcego-de-nariz-de-folha-pequeno

Ordem: Chiroptera

Família: Phyllostomidae

Espécie: Micronycteris sanborni

Categoria: VU - Vulnerável

30. Nome popular: Morcego-lanoso / Morcego-carnívoro /Andirá-guaçu/ Falso-vampiro

Ordem: Chiroptera

Família: Phyllostomidae

Espécie: Chrotopterus auritus

Categoria: VU - Vulnerável

31. Nome popular: Anta

Ordem: Perissodactyla

Família: Tapiridae

Espécie: Tapirus terrestris

Categoria: RE - Regionalmente Extinta

Fonte g1/RN

Zenaide vota a favor do Estatuto dos Cães e Gatos e de combate a maus-tratos.

Foto: Jefferson Rudy

Com voto favorável da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), avançam no Senado Federal o projeto de lei (PL) 6.191/2025, que institui o Estatuto dos Cães e Gatos, e o PL 372/2026, que reúne propostas para reforçar a prevenção e o combate aos maus-tratos contra animais.

O PL 6.191/2025 cria um marco nacional para a proteção e o bem-estar desses animais, reconhecendo-os como seres sencientes e estabelecendo direitos, deveres dos responsáveis e obrigações do poder público. O texto também prevê ações de combate aos maus-tratos, políticas de saúde e de controle populacional, regras para adoção responsável e sanções para violações.

Zenaide também votou favoravelmente ao substitutivo ao PL 372/2026, que amplia as penas para esse tipo de crime, prevê restrições à guarda de animais para condenados e estabelece medidas educativas e socioeducativas para casos envolvendo crianças e adolescentes. A proposta também cria mecanismos nacionais de prevenção e detecção de maus-tratos e integra regras de proteção animal às políticas de proteção da infância e da juventude.

Manifestando apoio às iniciativas legislativas, a senadora cobrou o tratamento digno, correto e humano aos animais, repudiando com firmeza qualquer forma de crueldade e impunidade.

“Proteger os animais não é apenas uma questão de lei, é uma questão de humanidade. Ao defender o Estatuto dos Cães e Gatos e endurecer as penas contra maus-tratos, estamos garantindo um tratamento digno, correto e justo a seres sencientes que dependem do nosso cuidado, dizendo um ‘não’ definitivo à crueldade, à negligência e à impunidade”, observou a parlamentar.

As normas foram aprovadas, em agosto, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), principal colegiado da Casa e do qual Zenaide é integrante. O PL 6.191/2025 seguiu para deliberação da Comissão de Meio Ambiente (CMA), e o substitutivo ao PL 372/2026 foi enviado à Câmara dos Deputados.

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

PL, partido de Flávio, reconhece vitória de Lula nas eleições.

Foto: Marcello Casal Jr

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, publicou nota oficial em que reconhece a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições deste ano. No entanto, ele cobrou esclarecimentos sobre o que chamou de medidas “eleitoreiras”, com “ampliação de gastos públicos”.

“Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos”, afirmou a nota.

Argumentos

Após a divulgação da vitória do atual presidente, o candidato derrotado, o senador Flávio Bolsonaro, disse que não reconheceria o resultado. A justificativa do candidato seria a prorrogação do horário de votação eleitoral, decidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, que atendeu um pedido de ambas as candidaturas, incluindo a da campanha de Flávio.

Na nota, o presidente do PL não traz o mesmo argumento. Para Costa Neto, houve ampliação dos gastos públicos com benefícios sociais “às vésperas da votação”, o que levantaria questionamentos sobre os “efeitos dessas medidas em um processo eleitoral justo”.

Ao pedir “esclarecimentos”, o presidente da legenda disse que o partido vai acompanhar os fatos e buscar “respostas com responsabilidade, transparência e respeito à instituições”. 

Na eleição de domingo, Flávio Bolsonaro teve 59,8 milhões de votos (48,2%), enquanto que o presidente Lula chegou a 64,2 milhões (51,7%).

Fonte Agência Brasil

Neoenergia Cosern orienta usuários sobre revisão elétrica em casas de praia antes do verão.

Foto: Reprodução

Com a aproximação do verão e o aumento da ocupação do litoral potiguar, a Neoenergia Cosern alerta proprietários e locatários de casas de praia sobre a importância de revisar as instalações elétricas antes de utilizar os imóveis.

A orientação é especialmente importante para residências que permanecem fechadas durante boa parte do ano, como ocorre em praias frequentadas por moradores de Mossoró, a exemplo de Tibau, Grossos e Areia Branca.

Antes de ligar eletrodomésticos, aparelhos de ar-condicionado, chuveiros e bombas d’água, é necessário verificar tomadas, interruptores, fiações, extensões e quadros de distribuição. Cheiro de queimado, faíscas, ruídos, aquecimento e desarmes frequentes de disjuntores são sinais de possíveis problemas.

Segundo Sharley Manso, gerente de Segurança da Neoenergia Cosern, a revisão deve ser feita por um profissional qualificado. Improvisos, emendas inadequadas e sobrecarga de tomadas aumentam o risco de choques elétricos e incêndios.

Principais cuidados para evitar acidentes

- Contrate um profissional qualificado para revisar a instalação elétrica.

- Não utilize fios danificados nem faça reparos improvisados.

- Evite ligar vários aparelhos na mesma tomada e sobrecarregar extensões e adaptadores.

- Verifique se equipamentos de alta potência estão conectados a circuitos adequados.

- Utilize resistências originais nos chuveiros elétricos.

- Não manuseie aparelhos elétricos com o corpo molhado e mantenha equipamentos externos protegidos da água.

Em caso de emergência, desligue o disjuntor antes de prestar auxílio a uma vítima de choque elétrico, sem tocá-la diretamente. Acione o Samu pelo 192 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Se encontrar fios caídos, mantenha distância, afaste outras pessoas e comunique a Neoenergia Cosern pelo telefone 116. Cabos e componentes da rede elétrica não devem ser manuseados pela população.

O verão de 2026 começa em 21 de dezembro e termina em 20 de março de 2027, período em que a maior circulação de pessoas no litoral reforça a necessidade de cuidados preventivos com a segurança elétrica.

Por Guilherme Fernandes