O Rio Grande do Norte registrou os dois primeiros casos de infecção por mpox em 2026.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), os casos foram confirmados em Natal e em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana da capital. Ainda de acordo com a pasta, há um terceiro caso em investigação, também no município de São Gonçalo do Amarante.
A Sesap não informou o estado de saúde dos pacientes. Recentemente, a secretaria descartou o diagnóstico da doença em uma paciente que estava internada em Mossoró.
Desde 2022, o Rio Grande do Norte registrou 149 casos da doença até 2025. Nenhum óbito foi contabilizado no período.
De acordo com o Ministério da Saúde, o diagnóstico da mpox é realizado por meio de exames laboratoriais. Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas ou lesões na pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza.
A principal forma de transmissão ocorre por meio do contato direto entre pessoas (pele ou secreções), além da exposição próxima e prolongada a gotículas e outras secreções respiratórias.
Atualmente, o tratamento dos casos de mpox tem se sustentado em medidas de suporte clínico com o objetivo de aliviar sintomas; prevenir e tratar complicações e evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Até o momento, não se dispõe de medicamento aprovado especificamente para mpox.
A estratégia de vacinação prioriza a proteção das pessoas com maior risco de evolução para as formas graves da doença.
Por Artur Rebouças

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